sábado, 12 de janeiro de 2013

Deus se revela na história da humanidade


Revelação Divina
                                                                                                                           Paulo da Costa  

           
  A revelação divina se torna fato na história da humanidade a partir da iniciativa desse próprio Deus, que escolheu para si um povo, e que foi se revelando gradativamente em cada período histórico. Sua transcendência no mundo, mostra sua busca de interação com a sua criação e em especial com a humanidade,mas para isso ser possível, Deus se manifestou para o homem e o homem para poder interagir com Deus só seria possível através da fé, pois é através da fé que nós interagimos com Deus.

         Na economia da salvação percebe-se na Sagrada Escritura que Deus sempre buscou estar ligado a sua criação. Mas pela desobediência surge as rupturas, mas que não é definitivo. Deus continua a se manifestar e isso se percebe no caso de Noé, quando se relata o dilúvio e após uma aliança é feita como promessa de Deus (Ex 6 - 9). Mas é a partir de Abraão que Deus prepara um povo para sua revelação, pois os seus descendentes serão depositário da promessa divina, sendo Israel o povo escolhido. O povo hebreu durante sua formação que veio através dos patriarcas, teve que amadurecer na intimidade com seu Deus nesse processo histórico e que após da libertação da escravidão do Egito por intermédio de Moisés, que foi concluído com Ele(Deus) a aliança no Monte Sinai (Ex 19 - 24). A sua Lei para preparar o seu povo  para vinda do Messias, onde chegará a plenitude dos tempos se concretizando a grande manifestação revelação divina.

       “ Os profetas anunciam uma radical redenção do povo  e uma salvação que incluirá todas as nações numa aliança nova e eterna ”  (72 - CIC). Que se realiza no verbo de Deus encarnado no meio de Nós. O único mediador  onde se torna plena a revelação divina. Cristo veio anunciar a boa nova e fazer por intermédio de Si a nova e eterna aliança com a humanidade, os livrando da morte e do pecado pelo seu infinito amor em unidade com o Pai. Após sua ascensão aos céus, os discípulos continuaram sua missão por intermédio do já prometido por Cristo Jesus que é o Espirito Santo (Jo 15, 26 - 27), dando um novo vigor através dos trabalhos apostólicos e principalmente  por seus testemunhos de vida por meio  da  fé. Nessa caminhada histórica dos percussores dos Apóstolos, através  do  magistério da Igreja apresentam a revelação da seguinte forma:

  •          Dei Filius - “ É ação transcendente de Deus , vem de Deus e não do homem. "
  •        Dei Verbum - “ Há verdades acessíveis á razão humana, mas os mistérios ocultos em Deus só podem ser conhecidos se Deus mesmo se digna a revela-lós. "
  •          Verbum Domini - “ Concentra o ‘acontecimento dialógico’ rápido demais no fato de que Deus fala e responde ás nossas perguntas”  sendo que  "à luz da revelação feita pelo Verbo divino […] se esclarece definitivamente o enigma da condição humana"

     Cristo se faz presente  e se manifesta sempre no coração daqueles que experimentou verdadeiramente de sua revelação , e assim como os Apóstolos e como batizado, anuncia essa revelação que é a boa nova, o proprio Cristo no meio de nós que se faz presente pela Sagrada Escritura, tradições, sacramentos e principalmente  pelo testemunho de fé. Para concluir  é necessario  nunca confundir a revelação divina com as revelações privadas que se aplica a todas as visões  e revelações verificadas depois da conclusão do mistério de Cristo Jesus e do novo testamento.


Paz e Bem!

sábado, 29 de dezembro de 2012

Surgimento das Escrituras Sagradas


Escrituras Sagrada
- como começou?


Em sua maioria, ao perguntar as pessoas sobre os primeiros escritos bíblicos. Elas respondem que foi o livro de Gênesis a ser escrito. No entanto, os estudos indicam uma ordem diferente. Tudo começou com um conceito bem peculiar de transmitir uma mensagem, chamada de “Tradição oral”. Nessa tradição tem como objetivo manter viva a história e a identidade de um povo (Israel). Não havia necessidade da escrita, pois as pessoas aprendiam pela palavra falada, e conservada sempre quando pronunciada para o povo mantendo dessa forma  sua historia, com seus costumes e tradições. Esse período começou a partir de Abraão até o inicio do reinado de Davi.

Os primeiros textos foram: Cântico de Débora (Jz 5, 1-32), Decálogo ou Dez Mandamentos (Ex 20, 1-21), Código da Aliança (Ex 20, 22-23, 19) e alguns Salmos. O período tribal e do governo dos anciões foram redigidos no Exílio por um grupo de intelectuais, nobres, sacerdotes e escribas que formava uma tradição chamada Javista. Eles tinham como objetivo confirmar a história de seu povo, a partir da valorização das narrativas sobre os patriarcas, as promessas, a páscoa, as bênçãos... Para obter resposta do povo a Deus fazendo uma leitura histórica e de suas marcas no passado.

A bíblia foi escrita na língua hebraica, aramaica e grega. Esses escritos foram feitos em diversas localidades durante seu processo histórico (Babilônia, Egito, Grécia, Ásia menor e a Itália). O material utilizado para seus escritos foram o papiro, o pergaminho, como outros materiais (tabuinhas de argilas, chapas de pedras, paredões e rochedos, paredes de pedras e jarros de cerâmica). A função de todos esses registros foi fundamental para a origem da bíblia.


Paulo da Costa
Marcos Vinicius
Fco. Regis Gurgel

sábado, 15 de dezembro de 2012

Crianças unidas no combate à dengue !



Crianças unidas, dengue vencida !!!

Paulo da Costa

Um Vídeo de Conscientização e de instruções ao combate a dengue onde busca orientar principalmente as crianças que a partir de hoje e das futuras gerações tenham como objetivo a eliminação total da dengue na sociedade.Esse Curta-Metragem dirigida por Paulo da Costa (Paulinopax) tem como seu protagonista o ator-mirim Luan Davi Silva Pinheiro que apresenta nesse filme uma forma simples mas objetiva no combate à dengue.

 Luan Davi é uma criança como qualquer outra que brinca, estuda, sonha bastante e viaja em sua imaginação fértil. Ele soube na escola que seu melhor amigo faltou aula, porque foi diagnosticado com dengue e ficou muito preocupado, queria saber um pouco mais sobre a dengue então surge uma visita inesperada do agente de saúde Paulo que dá uma breve explicação....

sábado, 1 de dezembro de 2012

Reflexão Casual II



“Ele se manifesta tanto nas grandezas cósmicas como no mais simples atos da vida. No cantar dos pássaros, numa brisa leve, no sorriso puro de uma criança... Por isso não queira compreendê-lo (limitá-lo). Apenas sinta Deus, valorize a cada instante a sua vida em comunhão com o Pai.”


Paulinopax

sábado, 17 de novembro de 2012

Unidade e Paz


A Importância Histórica do
Ecumenismo

Paulo da Costa

          O Surgimento do Movimento ecumênico foi a partir do século XIX dentro de movimentos missionários protestantes e movimentos sociais que lutavam por melhorias de vida, principalmente e emergentemente dos menos favorecidos que estavam às margens da sociedade e desassistido por seus governantes. O objetivo inicial era de evangelizar os povos não cristãos e para isso via-se a importância da busca da unidade na missão por parte de igrejas protestante, apesar de algumas divergências doutrinarias. Teve sua primeira conferencia realizada em 1810 na cidade do Cabo (África do sul) com a participação de apenas seis entidades protestantes, e a partir de então foram surgindo diversas denominações que abraçaram a causa que culminou na fundação de diversas entidades ecumênicas, mas infelizmente as problemáticas permaneciam, pois não havia uma verdadeira unidade nas missões.

            Inicialmente o movimento ecumênico não tinha muito interesse no dialogo inter-religiosos, queria apenas angariar mais fieis as suas igrejas, dessa forma, violentando e inculturando diversas etnias como se via em séculos passados por cristãos tanto católicos como protestante em diversas colônias, massacrando e obrigando povos nativos a aceitarem suas religiões. Mas existiam as exceções tanto naquela época como hoje, através do dialogo e respeitando suas culturas, como nos casos das tribos indígenas nas Américas, como também as tribos de negros provindos do continente africano. Com o passar dos anos via-se o amadurecimentos por parte das igrejas protestantes e até a própria igreja católica que resistia qualquer dialogo ecumênico, aos pouco foi se abrindo porta para o dialogo até que na década de 60 com o Papa João XXIII se cria um Secretariado Romano para a Unidade dos Cristãos, e a partir de então a Igreja Católica abraça esse movimento dando uma contribuição significativa. O ecumenismo com o decorrer do tempo percebe-se em novas situações, transcendendo para uma busca além do horizonte do próprio cristianismo para se concretizar a máxima de Cristo e a partir de Cristo de uma unidade plena de todos os povos (macro Ecumenismo), numa expectativa de um diálogo inter-religioso, que busca a luta comum pela prática do bem, do amor, da justiça e da liberdade a favor do ser humano e isto só é possível entre as religiões, pois todas têm um ponto em comum, a referência de um Deus de amor e paz.

              O essencial no macro Ecumenismo é buscar estar em comunhão com a compreensão de Deus, tendo como referência maior, o Cristo Jesus que amou e acolheu a todos sem distinção, nos ensinado a chamar Deus de pai e nos tornando filhos de uma única família onde todos somos irmãos apesar das diferenças e que isso não seja causa de divisão, e sim de diversidade que acolhe a todos os povos, emergencialmente os marginalizados e oprimidos a partir da fé concreta. O movimento busca como objetivo trabalhar a paz a partir da diversidade e tem como regrar maior o amor, superando todo preconceito, indiferenças, ódio e toda essa cultura de morte por intermédio da caridade concretizando o reino de Deus entre nós.


Paz e Bem!

sábado, 3 de novembro de 2012

Teologia caminhando com a História


Itinerário Teológico
Paulo da Costa


                A teologia tem como objetivo a revelação divina através da pessoa de Jesus Cristo. Jesus se torna o sujeito na economia da salvação, que tem como pilares a sagrada Escritura, a tradição e seu magistério. Para se compreender melhor a teologia cristã na contemporaneidade precisamos trilhar todo o seu itinerário, a partir dos séculos, mas precisamente do século XX até a atualidade. Baseado no texto de João Bastita Libanio (Mestre em filosofia e doutor em teologia). Ele nos apresenta inicialmente a teologia fundamental tradicional, que tem como objetivo a justificação de forma racional da revelação divina, ou melhor, dizendo da própria fé, combatendo todo tipo de ataque provindo das ideias iluministas. Mas com o tempo os conteúdos estudados estavam se tornando ultrapassados diante dos grandes avanços da sociedade pós-guerra.

            Então surge a teologia da revelação que se diferencia em três pontos básico da teologia tradicional que seria na dimensão da existencialidade, historicidade e caráter bíblico numa adesão com Jesus pelo Santo Espírito. Percebe-se o grande valor crítico e científico da sagrada Escritura, baseado em novas descobertas arqueológicas que fortaleceram uma visão mais panorâmica de um cristianismo que se afirma num caráter histórico de revelação superando dessa forma um caráter mais intelectualista. A teologia da revelação buscou através de seu dinamismo e inovação, ser menos subjetiva buscando se tornar cada vez mais objetiva. Infelizmente ainda parecia demasiadamente intelectualista, faltava algo que se se torna pleno ou se aproximasse de uma possibilidade da praxidade do reino de deus no meio de nós.

            Na América latina no final da década de 60, onde se havia um grande temor por partes dos governantes, do avanço do comunismo exemplificado com o ocorrido em Cuba, a grande parte dos países latino-americanos se fechou e houve uma pandemia militar contra a democracia fragilizada pelo contexto político-econômico, Surgindo então os golpes militares e predominando os governos ditatórios. A população reagiu através das militâncias contra a opressão violenta em clima de libertação onde as alas cristãs encaravam os novos desafios na luz da Sagrada Escritura, bebendo de novos e modernos direcionamentos do concilio do vaticano II, TSurgindo dessa forma uma teologia voltada à luz do evangelho diante dos problemas emergenciais e problemáticas das nações latino americana, onde a censura e o silencio predominada pela opressão dos governos militares, mas surge uma possibilidade de esperança e libertação em favor dos oprimidos e marginalizados na luz do evangelho na pessoa de Cristo por uma nova sociedade justa e fraterna.

            Surge em Medellín (Colômbia) em 1968 a primeira Conferencia Geral do Episcopado Latino Americano – CELAM. Onde a própria Igreja (Leigos, religiosos, movimentos e Bispos progressistas) debatia a discutir as problemáticas situações da Igreja nesse contexto político de opressão. Muitos teólogos abraçaram essa nova expectativa de Igreja, surgindo muitos movimentos como as CEBs e diversas pastorais sociais onde o pobre e o marginalizado se organizavam e se fortalecia em busca de melhorias e dignidade humana. Já a partir da década de 80 com o papado de João Paulo II, percebia o surgimento de uma nova geração, que nesse novo contexto histórico as ditaduras militares sendo abolidas, nasce um novo tempo, com uma nova expectativa cheio de esperança, o resurgimento da democracia que se via ao longe, e breve se afirmaria em toda América latina. Claramente nota-se que muitas militâncias progressista e libertadora se amornaram como a própria teologia da libertação, que aos pouco foram perdendo espaço para uma teologia muito mais centrada nela mesma, de uma subjetividade exacerbada, vivendo uma fé sem reflexão e supervalorizando o quesito emocional. Esquecendo ou deixando de lado a problemáticas sociais e nossos irmãos marginalizados.

Paulo da Costa
            A Igreja que antes era o povo-Igreja se fortalecendo nas suas estruturas (Base), tanto na fé como na praxidade do reino de Deus, desandou nessas ultimas décadas. Onde o pentecostalismo se mascara dentro da própria igreja, vivendo mais dos excessos da religiosidade, da superficialidade e do midiático. Numa experiência individualista com Deus mesmo em multidões, que é arrastado pelos mega shows e padres pop-stars. Hoje o grande desafio dos teólogos e dos estudantes de teologia é buscar uma teologia centrada e tendo sempre Jesus Cristo como suma referencia, dessa forma identificando e neutralizando os excessos (extremos), desenvolvendo uma visão panorâmica das problemáticas de nossa sociedade em busca de oportunidades para uma nova sociedade onde a praxidade do reino de Deus se manifeste para todos.
               
Paz e Bem!

sábado, 20 de outubro de 2012

Os riscos do Poder

Poder e Consequências!
Paulo da Costa



“O desejo de salvar a humanidade é quase sempre um disfarce para o desejo de controla-la''   Henry Louis Mencken


A humanidade desde os primórdio teve a tendência à submissão e a idolatria, sempre se rebaixando dessa forma para manter a sua existência. Observando isso em todas as culturas de diversos povos em suas demais regiões e continente de nosso planeta, cultuando suas divindades e zelando por seus ritos e tradições. Mas se aprofundarmos cada vez mais na história antiga da humanidade perceberá que as grandes civilizações que tiveram um governo teocrático (Político-religioso), onde muitas vezes o rei ou imperador era a própria divindade manifestada no meio do seu povo, não era um governo de paz e abundância. Ao contrario, sua presença refletia mais um fardo do que propriamente um reinado de igualdade, justiça e fraternidade.

      Os grandes impérios assim como qualquer reinado que existiu em alguma parte do mundo se identificava uma exploração por parte dos governantes para com o seu povo, que não se diferenciava muito da exploração de servos e escravos, todos tinham que dar uma parcela do seu esforço de trabalho ao seu rei que muitas das vezes se utilizava da própria religião para oprimir de um pior destino aqui e pós-morte. O povo sempre busca alguma esperança, que  aliviar-se suas dores, carências e todo tipo de angustias e sofrimentos, rogando cheio de fé por uma libertação que se manifesta-se pela misericórdia de seu deus. Um salvador que possa os libertar das correias da opressão, propiciando uma vida nova com bastante abundancia, e muita das vezes esse salvador é prefigurado como o próprio deus ou um semideus (Homem-Deus).

Essa prefiguração normalmente é representada por imagens na qual se adoram e fazem seus ritos (cultos), mas com o tempo esses cultos em algumas regiões e povos por foi sistematizando-se, e dependendo dos povos e de suas culturas suas sistematizações foram se tornando simples e rústica, ou extremamente complexo com seus códigos e Canon. Mas por traz de toda essa organização teocrática existia um objetivo daqueles que guiavam o povo. De ter o total controle e que, para isso se utilizavam da religião, evitando dessa forma rebeliões, como também se beneficiavam economicamente com os tributos e oferendas, claro sem esquecer-se da mão de obra barata e de um exercito sempre a disposição do rei (divindade ou escolhido de Deus).

Na atualidade, não se difere muito dos povos antigos, mas hoje as religiões perderam a exclusividade (especialmente no ocidente) para diversas ideologias e modismo. O povo por se acomodar até para pensar, se deixa ser conduzido (como ovelhinhas tolas e manipuláveis) segundo os interesses daquelas minorias que se enriquece a partir de uma maioria inflexiva, que os idolatram como os seus salvadores pessoais em seus momentos fútil e passageiros dos sonhos e ilusões acarretando um pouco mais adiante frustrações e depressões em suas almas.


Paz e Bem!

sábado, 6 de outubro de 2012

Teologia Cristã


Teologia Cristã
Paulo da Costa


       A teologia cristã tem como sua referencia maior a pessoa de Jesus Cristo, que a partir dele, através de seus discursos e atitudes, veio nos revelar o reinado de Deus. Na história da salvação que teve sua plenitude em Jesus, foi traçado desde os primórdios da humanidade que caiu (Pecou), negando o reinado de Deus, mas Jesus por sua fidelidade ao Pai no anúncio de seu reinado fez manifestar novamente a graça de Deus sobre nós. Sua fidelidade trouxe como consequência a morte na cruz, que não o separou do amor de Deus, mas que o ressuscitou no terceiro dia.

     Jesus Cristo é o sujeito da teologia cristã, que na história da igreja passou por períodos que amadureceram e aprofundaram de forma sistemática essa teologia. Após ascensão de Jesus, os apóstolos foram anunciar o reinado de Deus dando continuidade à missão de seu mestre e senhor Jesus Cristo. Roma era o centro do mundo e seu império predominava em uma extensa dimensão territorial sendo inseridas diversas regiões, se tornando um grande Império Romano na quais muitas nações estavam sobre seu poder, mas foi lá apesar das perseguições, torturas e assassinatos que no século IV foi oficializado o cristianismo como religião oficial do Império.

    A teologia Cristã vivia o período da patrística, que não tinha grande preocupação sistemática, mas uma preocupação de organizar conjuntos de reflexão como homilias, catequese, cartas... Por caminhar em unidade com o Império Romano, sofreram grandes influencias helenística principalmente na fé através dos grandes filósofos gregos que se tornaram um dos pilares da Igreja Católica, que também nesse período se viu a necessidade de combater as heresias, surgindo dessa forma vários concílios moldando dessa forma uma fé em unidade, com a Igreja na tradição e na Sagrada escrituras.

     Na Idade Media com a queda do Império Romano ocidental através da invasão e domínio dos bárbaros que logo se converteram ao cristianismo, surge um novo período na Igreja que é a Escolástica que nos apresenta uma condensação do conjunto de reflexões sistemáticas da fé principalmente através das sumas teológica. Houve nesse período um grande avanço cultural e filosófico, com o surgimento das Universidades que enriqueceram em muito a teologia cristã, o aparecimento de novos métodos teológicos e tornando-a como ciência através de suas discussões dialéticas numa visão sistemática sempre caminhando junto à filosofia.

     Na contemporaneidade observa-se que a teologia cristã, principalmente a partir do vaticano II, que a Igreja busca se aproximar através de um dialogo fraternal, diante das diversidades, sendo também mais sensíveis e atuantes as problemáticas globais em suas diversas dimensões sociopolítica e cultural, discutindo possibilidades de caminhos para um mundo melhor, onde prevaleça a liberdade, justiça e igualdade. Tendo sempre como testemunha maior o próprio cristo que nos aponta o Reinado de Deus dinamizado e manifestado no amor ao próximo refletindo assim o próprio o amor a Deus. 

Paz e Bem!

sábado, 22 de setembro de 2012

Reflexão Casual...


“Quando o homem busca apenas seus caprichos, saciar apenas suas vontades efêmeras, ele não passa de um mero parasita que suga toda vitalidade do mundo... Natureza e sociedade ficam doentes, refletindo todo o desequilíbrio humano egoístico e mesquinho. É necessário transcender, buscar as coisas do alto (eterna) que no silêncio se revela no fundo do coração. Convidando a buscar a harmonia na sua totalidade cósmica com toda a criação (universo) e todas as criaturas, fitando e trilhando o caminho que nos leva ao sumo bem (Deus). Sendo portadores e arautos da paz na dinâmica da caridade, que só é vivido plenamente no amor incondicional que se manifesta somente no coração tolerante, justo e fraterno.”

Paulinopax

sábado, 8 de setembro de 2012

Vamos lá ...


Vamos lá


Paulo da Costa Paiva

Vamos lá ó gente olé, lê, lê!      
Vamos lá ó gente olá, lá, lá!

Vamos Juntos, Vamos caminhar.
Sempre unidos na busca da paz
Nós e você, juntos ó irmão.
Sonho de todos e um só coração.

Vamos lá ó gente olé, lê, lê!      
Vamos lá ó gente olá, lá, lá!

Vamos juntos, vamos transformar.
Nosso mundo em algo melhor
Onde haja justiça e igualdade
Entre os povos todos, meu irmão.

Vamos lá ó gente olé, lê, lê!      
Vamos lá ó gente olá, lá, lá!

Vamos juntos, vamos, ó irmão.
È Deus que nos convida a trabalhar
Combatendo a morte, vamos lá,
Nos unir e a vida anunciar.

Vamos lá ó gente olé, lê, lê!      
Vamos lá ó gente olá, lá, lá!

Vamos lá...

Paz e Bem!!