sábado, 21 de maio de 2016

Reflexão Casual XLV


“No momento de ira, cai por terra à guarda do bom senso (consciência). Envenenado pela sede da vingança irracional e desproporcional, causando seqüelas (cicatrizes) irreparáveis por toda a vida.”

Paulinopax

sábado, 7 de maio de 2016

A filosofia de Tomás de Aquino - " O doutor da Igreja "

São Tomás de Aquino
Paulo da Costa Paiva

         Natural da cidade de Roccasecca do ano de 1221, Tomás  de família nobre sendo  descendente de italiano por parte de pai(Conde de Aquino) e normando por parte de Mãe, teve sua formação na abadia de Montecassino como posteriormente a universidade de Nápoles.Iniciou sua vida religiosa na Ordem Dominicana, apesar da resistência de sua família foi atraido pela a nova forma de vida religiosa. Sendo discípulo de  Alberto Magno em colônia(1248-1252), logo se destacou pelo seu talento especulativo ao ponto de ser convidado por seu mestre a expor suas opiniões em diversos debates. Em 1252 por ordem de seu Mestre-geral e por indicação de Alberto Magno iniciou a carreira acadêmica como professor-assistente na Universidade de Paris. Concluído o curso de teologia e ter lecionado por três ano na mesma Universidade, voltou a Itália sendo nomeado professor na Cúria pontifical de Roma. Durante anos ensina em varias cidades italianas  e retorna a Paris após uma década e leciona até o ano de 1273 em seguida retorna a Nápoles, com o objetivo de reestruturar o ensino superior. Convocado pelo papa Gregório X (1274) para participar do Concílio de Lyon, adoece e vindo a falecer durante a viagem aos 49 anos no mosteiro cisterciense de Fossanova.
A primeira questão ocupada por Tomás de Aquino, é a Suma Teológica, sendo essa a sua obra máxima que se relaciona entre a ciência e a fé, a filosofia e a teologia.  Baseada na revelação, a teologia é a ciência suprema da qual a filosofia é  auxiliar. Já que a filosofia procede  de acordo com a razão, cabe demostrar a existência e a natureza de Deus.  Tendo uma forte influência aristotélica, sustenta que nada está na inteligência que antes não tenha estado nos sentidos, por esse motivo não podemos ter uma idéia clara e distinta de forma imediata. Dessa forma para provar a existência de Deus, Tomás de Aquino procede partindo não da Idéia de Deus , mas dos efeitos por ele produzidos. Para isso o filósofo  distingue cinco vias para provar a existência de Deus:
O primeiro motor: Esta primeira via supõe a existência do movimento no universo. Porém, um ser não move a si mesmo, só podendo, então, mover outro ou por outro ser movido. Assim, se retroagirmos ao infinito, não explicamos o movimento se não encontrarmos um primeiro motor que move todos os outros;
Causa eficiente: A segunda via diz respeito ao efeito que este motor imóvel acarreta: a percepção da ordenação das coisas em causas e efeitos permite averiguar que não há efeito sem causa. Dessa forma, igualmente retrocedendo ao infinito, não poderíamos senão chegar a uma causa eficiente que dá início ao movimento das coisas;
Ser necessário e ser contingente: A terceira via compara os seres que podem ser e não ser. A possibilidade destes seres implica que alguma vez este ser não foi e passou a ser e ainda vem a não ser novamente. Mas do nada, nada vem e, por isso, estes seres possíveis dependem de um ser necessário para fundamentar suas existências;
Os graus de perfeição: A quarta via trata dos graus de perfeição, em que comparações são constatadas a partir de um máximo (ótimo) que na verdade contém o verdadeiro ser (o mais ou menos só se diz em referência a um máximo);
A finalidade do ser: A quinta via fala da questão da ordem e finalidade que a suprema inteligência governa todas as coisas (já que no mundo há ordem!), dispondo-as de forma organizada racionalmente, o que evidencia a intenção da existência de cada ser.
Segundo são Tomás de Aquino, o homem é corpo e alma inteligente, incorpóreo e se encontra, no universo numa realidade entre os anjos e os animais.  Sendo a alma o ato do corpo organizado tendo a vida em potência, o principio vital. O santo filosofo observa e contesta o platonismo e suas teses das idéias inata, porque se a alma tivesse de todas as coisas um conhecimento inato, de nada esqueceria, pois sendo natural que unido a um corpo não explicaria o motivo do corpo ser a causa desse esquecimento. Conhecimento não é simplesmente lembrar como se dizia Platão, é extrai por intermédio da razão a forma universal contida nos objetos sensíveis e particulares, sendo necessário o desejo (apetite) do  conhecimento o caminho que leva a alma a uma inclinação pelo bem.
Tomás de Aquino apresenta o homem como o ser que só pode desejar o que conhece, e há duas forma de apetite (desejos), que são os "sensíveis" relacionado aos objetos sensíveis, produzindo as paixões, cuja se origina no amor. Quanto ao segundo é o desejo relacionado a intelectualidade cujo o apetite vem da alma em relação a um bem que lhe é apresentado pela inteligencia como tal. Influenciado pelas idéias de Aristóteles, Tomás de Aquino diz que a felicidade do suprema do homem vai muito além das coisas supérfluas e temporais que possa o homem conquistar durante sua vida como riquezas, honrarias ou ou próprio poder pois nada criado pode lhe dar a felicidade  por excelência, mas é através da contemplação do absoluto ou visão da essência divina, mas que é somente possível em outra vida (desencarne), com a graça de Deus na eternidade. 
O apogeu da idade media (Sec.13 ) se baseou na filosofia de são Tomás  considerando uma catedral de idéias, onde se encontra uma teologia mais coerente e sólida. Mas algumas corrente combatiam essa corrente do tomismo, como por exemplo os seguidores  de Duns Scotus, por isso se percebe que nem sembre foi aceito pelos escolástico medievais. Foi somente no período da "Contra-Reforma" ( Meados do séc.16) que São Tomás de Aquino foi reconhecido como arma de defesa por parte da Igreja contra os protestantes. Após esse período da contra-reforma os pensamento de são Tomás ficaram de lado , esquecida até o surgimento do neotomismo entre os séculos 18 e 19, esse renascimento veio através  dos filósofo Étienne Gilson e Jacques Maritain.
 Pax!

sábado, 30 de abril de 2016

Reflexão Casual XLIV


“Os insensatos são pessoas que se quer acordaram para vida, são meros zumbis, que vivem por viver, para saciarem seus efêmeros caprichos feitos cães famintos e no cio...”

Paulinopax

sábado, 16 de abril de 2016

Está Próximo ...

O Reino de Deus
Paulo da Costa Paiva,

            O Reino de Deus se manifestou e se tornou acessível de cada um de nós, por intermédio de Jesus, que veio anunciar a boa nova e salvar a humanidade, instaurando o Reino de Deus. Jesus iniciou o ministério da Igreja a partir de sua missão onde se cumpriu o tempo já anunciado a séculos por seus profetas e ungidos de Deus. E se manifestou de forma concreta assim como foi sua encarnação feito homem despojando-se como um mero mortal que tudo suportou como qualquer individuo que veio ao mundo nu e aos berros. Deus filho se fez humano para nos mostrar através de seu ministério salvífico a humanidade pode se tornar divina (comunhão) por seu intermédio, nos tornamos uno com Ele quando carregaste em seus ombros toda as misérias humana (pecado) e ao ressuscitar nos tornando divino pelo seu Santo Espirito que nos faz morada em nossos corações quando se agrega ao seu corpo místico (Igreja) pelo batismo (Nova Criatura)
            Desde do inicio de sua caminhada, Jesus estava plenamente consciente de sua missão o que deveria fazer e quais seria as suas consequências, o seu objetivo era manifestar a boa nova, o seu Reino a toda a humanidade por suas palavras e atitudes. Ele o Cristo é o próprio verbo encarnado e suas palavras era proclamada com autoridade que tocava muitos corações principalmente dos mais humildes, aqueles que estavam fadigados e sem expectativas. Seu reino trouxe esperança, não aquela que é efêmera mas uma alegria aos corações de eterno amor divino que transcendia os cárceres da morte, na eternidade em comunhão com Deus a partir da iniciativa da acolhida de sua palavra em seus corações. A Palavra de Deus proclamada por Cristo Jesus se comparava a semente lançada ao campo (coração) e dependendo em que tipo de terreno caiu a semente frutifica ou não, ou melhor dizendo quem a acolheu com alegria e se converteu a uma nova vida, se torna um com Cristo e Reino de Deus se manifesta em sua vida.
            Cristo ao ressuscitar dos mortos se manifestou como senhor e Sacerdote Eterno e soprou sobre seus discípulos o paráclito edificando, animando e santificando a Igreja, que é todo o seu povo que aderiram a semente da boa nova em seus corações pelo anuncio e testemunhos dos Apóstolos: Vida, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Por intermédio do Santo Espírito a Igreja se movimenta como um corpo vivo que é o corpo místico de Cristo na comunhão divina e humana, enriquecida com os dons do seu fundador, zelando fielmente os seus preceitos e a missão dada no apostolado junto ao mestre na missão dos séculos de anunciar e instaurar o Reino de Deus ao todos os povos em essência e principio da mesma, no Reino na terra, na peleja histórica de cada vivente suspirando a consumação dos tempo unido plenamente ao seu Rei na Gloria Eterna.


Paz e bem!

sábado, 2 de abril de 2016

Reflexão Casual XLIII


“Os estereótipos estão presentes em todas as esferas de nossa sociedade sendo peso morto e sem valor para o beneficio humanitário, mas se tornam peso de ouro para os inescrupulosos dirigentes que no poder se beneficiam de suas insensatezes. Por nada produzirem e não terem personalidade própria, pela falta de originalidade em assumirem e descobrirem os seus potenciais se tornam presas fáceis ao se entregarem aos modismos (Sistema) na ilusão de se sentirem vivos e percebidos, mesmo que seja da forma mais estúpida e insana que possa existir!”

Paulinopax

sábado, 19 de março de 2016

Corpo de Cristo!

O Corpo Místico de Cristo
Paulo da Costa Paiva

            Jesus no seu ministério salvífico sempre associou os seus seguidores a sua pessoa relacionando a sua vida como caminho e verdade que leva a vida eterna na Jerusalém celeste como promessa a todos que fazem a sua vontade, era comparado com a cepa e os discípulos os ramos onde só haveria vida quando unido e quando separado, secava e era jogado ao fogo. É na unidade com o Filho, pelo seu santo Espírito que estamos em comunhão com Deus Pai, desde o principio de sua missão (Cristo) era claro o convite a uma vida nova para todo os que o seguiam, onde cada um era convidado a levar a sua cruz, pois ninguém é maior ou melhor do que seu mestre (Jesus) que morreu no madeiro e ressuscitou para redenção do mundo, somos convidados a seguir os passos do mestre Jesus que só é possível se tornando um com Ele por intermédio do Batismo que nos introduz na Igreja que é o seu corpo místico.
            Assim como um corpo há vários membros, quando se encontra sadio é na sua alta complexidade uma grande e espetacular criação, que tudo funciona perfeitamente e harmoniosamente entre os membros, assim também é a Igreja na sua unidade e diversidade entre Deus e a humanidade através de Cristo Jesus. Não se pode omiti que apesar do homem ser dádiva divina, está sempre em formação, pois o ser humano é um ser inacabável com virtudes e defeitos, humano e divino (pelo santo espírito), a Igreja também se torna humana (terrestre) com suas falhas no seu processo histórico onde teve sempre a busca pelo zelo ao anuncio da boa nova e ao plano salvífico, mas por ser ludibriado pelas vontades meramente humanas foram infelizes em algumas posições, mas é também Divina, pois é enriquecida de bens celeste na dinâmica do Santo Espírito através da Sagrada Escritura, da tradição e do seu magistério que confirma a vontade de Deus nos séculos se mantendo firme e sólida na unidade e na obediência na busca incessante de ser fiel aos designo Pai.
            A universalidade da Igreja se manifesta de forma sólida na unidade diante das plural idades de carismas, ministérios, de formas de vida e apóstola dos que se manifestam nas Igrejas particulares, e que além dessas singularidades existem também as diversidades de tradições litúrgicas e culturais sempre em unidade com a Igreja Universal (Cúria Romana). Mas isso não se torna obstáculos ao contrário se harmonizam como um corpo em movimento onde cada parte tem sua grande importância numa comunhão mística que se dá pela graça divina (Espírito Santo) manifestada principalmente na sua liturgia do santo sacrifício que é celebra em unidade diariamente num mundo inteiro sendo um só corpo e um só coração.


Paz e Bem!

sábado, 5 de março de 2016

sábado, 27 de fevereiro de 2016

A Moral Revelada II


Bíblia e Moral

Paulo da Costa Paiva


                Jesus cumpriu plenamente as promessas de Deus, que foi anunciada desde primórdio da humanidade e relembrada no decorrer histórico, mesmo de forma incompreensivo para uma boa parte dos judeus (que espera um rei triunfalista na libertação contra os romanos) a missão messiânica por seu descendente maior, Jesus veio redimir a humanidade de seus pecado  os convida a se converterem e segui-lo carregando cada um a sua própria cruz, e promete vida eterna para todos aqueles  que o aceitam como senhor de suas vida e pela nova e eterna aliança ao anunciar o reino de Deus é levado ao madeiro, mas ao ressuscitar, convida a todos anunciar até os confins da terra, seguindo-o como  modelo por excelência, suas palavras e principalmente seu testemunho de vida. Todos são convidados a dar continuidade à missão de Jesus Cristo, se tornando sal e luz para mundo, um novo cristo para a humanidade e para seu próximo. Deus por sua iniciativa se aproxima da humanidade e por misericórdia resgata pelo sangue do cordeiro (Filho Jesus) e a humanidade é convidada e fazer parte do projeto, anunciando e testemunhando o Cristo.
                A moral revelada por Cristo veio desbancar (cair por terra) toda hipocrisia de muitos dos fariseus, doutores da lei e escribas que por estarem em uma situação de conforto colocavam fardo pesadíssimo nos ombros da população, principalmente dos mais pobres deturpando totalmente as Escritura sagrada e interpretando segundo seus interesses. Existia muita pieguice e puritanismo imposta pelos costume dos dirigentes que se tornavam insustentável para boa parte da população que eram excluídos como impuros e onde também lucravam bastante como os diversos sacrifícios na qual as ofertas eram comprada em alto valor (até as simples rolinha) dos quais eram eles próprio só proprietários(Saduceus). Jesus Cristo sendo o messias era também profeta que anunciava e denunciava sua palavra era de autoridade que fazer muitos corações sofridos reanimar e muitos orgulhoso e prepotente se incomodarem ao ponto de persegui-lo e tramarem sua morte.
                Jesus quando veio anunciar a boa nova, não excluía ninguém, pois veio para todos, e quem acolheu verdadeiramente suas palavras de vida eterna foi os excluídos pela sociedade: Os coxos, cegos, prostitutas, publicanos, pobres sem instruções, viúvas, órfãos e ETC. Ele não descartava e nem explorava ninguém, mas anunciava um esperança que se tornava concreto pelas suas atitudes no resgate da dignidade daqueles que eram esquecidos por não terem nada para oferecer. Criticava severamente e desmascarava a iniqüidade dos seus dirigentes. A moral cristão nos ensina que o amor ao próximo e a fraternidade, são reflexo do amor do Pai que com o Filho e o Espírito Santo se manifesta desde o primórdio da humanidade nos quais   convidam a unidade consigo preservando sempre a dignidade todos sem exclusão de ninguém, por mais que muito optam de se excluir por conta própria motivado pelo o egoísmo e a ganância do poder, sendo a grande causadora das mazela da humanidade desde inicio da humanidade.
                Hoje cada cristão é convidado a dar continuidade ao que Cristo iniciou, é onde a moral cristã verdadeiramente se coloca em prática, pois se não viver essa práxis se esvazia totalmente os princípios ensinado pelo Mestre Jesus, se tornando tão hipócrita e medíocre quanto os dirigente de sua época. O cristão não deve se limitar aos preceitos e costumes da religiosidade e do formalismo direcionado pela Igreja deve transcender ir além das paredes do comodismo de seu egoísmo, com seus preconceitos e preguiças. Deve ir, através de seu próximo (onde Cristo se faz presente) ao encontro do Pai para plenamente por intermédio do Santo Espírito, o Reino de Deus se manifeste no meio de nós, no exercício da caridade em volta de uma harmonia fraterna como um só corpo e um só coração onde o Cristo (O noivo) é cabeça, o caminho que é verdade e vida, que nos direciona a eternidade da plenitude do amor(União Perfeita) em sua Jerusalém Celeste(a Noiva).

Paz e Bem!

sábado, 20 de fevereiro de 2016

A Moral Revelada


Bíblia e Moral

Paulo da Costa Paiva


            Os cristãos assim como toda a humanidade em geral busca a sua realização plena, ou melhor, dizendo a sua felicidade, mas como é possível ter êxito em sua finalidade? Qual caminho seguir? Existe um caminho especifico ou trilhas que apesar das dificuldades e incertezas podem levam a essa realização plena? São questionamentos que acompanham, ou deveria acompanhar  a todos ser humano. Mas isso só possível através da liberdade, pois não tem como ser feliz estando preso, impedido de buscar o que se deseja do fundo de sua  alma independente de que tipo de prisão se encontre (física, mental, espiritual...), levando uma incapacitação da busca dessa realização.  Focando inicialmente nos cristão a partir da Sagrada Escritura, a mensagem revelado se torna a sua referência maior para trilhar o caminho que leva ao objetivo tão desejado tendo como o modelo idealizado o próprio exemplo de Jesus.
                Na história da humanidade num expectativa cristã sobre a economia da salvação, percebe-se moralmente que o povo teve que passar por diverso processo, sendo aperfeiçoado período por período, numa peleja bastante doloroso causada por sua infidelidade a Deus. Assim como uma lapidação de uma rocha (matéria bruta), onde Deus  se revelou, caminhando e instruindo dia após dia nas alegrias e nas tristeza, como um  grande artista artesão moldando em suas mãos um povo que buscava fazer o seu agrado, Deus nos revelou plenamente a sua maior obra prima que é seu filho encarnado (Cristo Jesus) no meio do povo do qual ele formou e deu como modelo por excelência de santidade seu filho Jesus, no qual todo a humanidade é convidado a ser moldado a sua imagem em plenitude na unidade com Cristo ligado por seu sangue derramado pela redenção de todos, interagindo nos séculos e transcendendo   para a eternidade rumo a Jerusalém Celeste.
                No projeto salvífico da humanidade, houve diversas expressões da aliança que foram sendo atualizadas e aperfeiçoadas até chegar a sua plenitude por intermédio do Filho (Jesus). No relato do dilúvio, após intervir em seu próprio ato contra a humanidade pervertida onde poupou Noé e seus familiares e as criaturas, Ele firma uma aliança com a humanidade, e todas as criaturas simbolizadas pelo arco-íris. Mas numa expectativa moral na atualidade se faz realmente necessário assim como foi naquela época apontar a Deus como o castigador por nossos próprios atos e conseqüências? Sendo o Próprio homem levada pela perversão motivada pela liberdade totalmente irresponsável (libertinagem) e inconseqüente, foi que acarretou a corrupção em todas as suas dimensões motivando o egoísmo arrastado pela ganância levando a uma realidade de corrupção, ódio e morte.
Abraão
                A aliança com Abraão é apresentada a partir da uma promessa, que é formação de um povo, uma nação que caminhará com seu Deus que lhe dará também a terra onde gozarão da presença do Senhor, no exercício dinâmico da prática da justiça e na obediência de seu Deus.  Mas é no monte Sinai, por intermédio de Moisés, que se manifestará a originaria aliança que percorrerá até o fim dos tempo (encarnação do verbo). Onde o Senhor YHWH ( Eu Sou ), apresenta e propõe a seu povo escolhido um estatuto de instruções  ( Lei ) como modelo de vida em fidelidade a seu Deus. Esse povo que vinha da escravidão do Egito onde foi oprimido e explorado perdendo sua dignidade foi liberto pelo seu Senhor onde ser revelou (YHWH) e por fidelidade a sua Lei não tenham novamente sua dignidade comprometida e os levem a refletir sempre sua situação de cárceres e de oprimido no passado, que para no presente tendo o zelo e comprometimento com os seus e os estrangeiros que há entre eles, para não se tornarem também seus carrascos e opressores.
                Com rei Davi essa aliança teve um caráter de promessa assumida de forma paternal junto ao seu povo que se manteve presente enquanto fieis, mas diante da depravação e da infidelidade do seu povo, Deus se omitiu diante dos avanços Babilônicos no  qual escravizou e exilou seu povo que posteriormente retornaram a sua terra por intermédio do rei Ciro da Persas, que foi reconhecido como enviado por Deus, um ungido que libertou o seu povo do cárcere babilônico. O povo assim como hoje se tornam responsável por suas escolhas, ou melhor, dizendo de suas más escolha acarretando nas suas insensatez causada pela  ignorância e falta de senso critico, sendo manipulada e condicionada por um sistema que os faz depender (escravizar) do falso mundo maravilho das ilusões efêmeras, que sente o fardo pesado, mas em vês de se libertar de forma concreta, buscam fugas na própria malha  do sistema (Pão e Circo). Mas para poder se libertar desse circulo vicioso é necessário um renascer de dentro pra fora(Cristo está dentro de nós), uma libertação de consciência que vem a partir dos princípios morais de resgate humanitário no bem comum.
Continua...
Paz e Bem!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Reflexão Casual XLI


“Os vícios se manifestam quando dominados plenamente pelos impulsos que os levam a atos irracionais em conivência de uma razão corrompida e pervertida.”

Paulinopax