sábado, 20 de dezembro de 2014

Fúria Insana


Um dia de Fúria
            Paulo da Costa

            Diversas vezes na vida em todos os tipos de mídias presenciamos noticiários sobre surtos de raiva, dias de fúrias de pessoas comum, pacatas e de boas índoles. Ficando totalmente irreconhecidas e insana por seus atos violentos, causando grandes transtornos para todos e para si. Mas como explicar esse tipo de atitudes? Tão atípica para esses cidadãos, mas tão comum em uma sociedade que não dorme e que se torna doente a cada dia que se passa, refletindo o stress constante causada pelo estilo de vida nada natural imposto para a população que se tornou vítima de um sistema desumano e carcerário de almas e mentes. São pessoas que tem princípios e bom senso, mas que em certos momentos podem apagar, dando um black-out, na sua consciência, extravasando uma grande energia negativa e extremamente violenta, de curta duração, mas com grandes proporções devastadoras.
            O mundo que vivemos é extremamente sensível ao que ocorre ao seu redor sendo envolvido e contagiado pela influência do seu próprio meio, sendo de principio físico ou extra-físico. Infelizmente nós como governantes da criação de Deus (Gn 1, 26-30), somos incompetente por não conseguir a harmonia e o equilíbrio ecológico, causado por mazelas humanas que destrói tudo o que ver pela frente para o seu próprio beneficia sem medir as conseqüências, motivado pela o egoísmo e a ganância em todo seu processo histórico acarretando resultados devastadores como aquecimento global, extinção de diversos seres vivos, desmatamento e a poluição. Essa poluição é extremamente nociva a humanidade causando diversas doenças, mas como foi falado anteriormente sobre sensibilidade do seu ambiente que vai além do físico (extra-físico) podemos dizer que existe uma poluição de maus sentimentos envoltos de todo o planeta principalmente nas grandes metrópoles.
            Esses maus sentimentos como o ódio, a raiva, o medo, o apego, a tristeza, o orgulho, etc. Fica envolto a terra dispersa no ambiente assim como uma nota musical ou ato de violência que se dispersa no ar como um energia que nunca se perde, mas se transforma, adequando ao tempo e o espaço esperando ser atraído e acumulado novamente na sua potencialidade se expandindo na sua total essência. Assim como os afins se atraem, uma pessoa imatura, insegura e em total desequilíbrio emocional se torna uma verdadeira antena que atraem esses maus sentimentos, pois sentimentos ruins (do próprio ser humano) atraíram para si como um ímã outros ruins sentimentos (ambiente), um mal pensamente está corrompido por um sentimento ruim e ele não se perde, mesmo que o esqueça vai se acumulando com a poluição psíquica em torno da terra.
           O Ideal é está na sintonia com o cosmo, numa verdadeira harmonia com toda a natureza e o universo na sua infinitude. Isso só é possível quando se busca o equilíbrio de si mesmo na sua totalidade do ser, na paz que vem do interior de cada um de nós, somos moradas do Senhor, pois Cristo está no meio de nós se fazendo morada em nosso coração. É no exercício da oração e nos atos concreto, na busca da verdade que se faz necessário mergulhar nas trevas de nossas misérias, deixando cair por terra todas às máscaras que nos ilude e impede de nos vermos como verdadeiramente somos, para então nos encontramos com Cristo. Nesse momento nos tornamos intimo e ligado aos céus, sabendo o que há de melhor para se fazer a partir de então, que é de está sempre unido a Ele por toda a vida. Buscando as coisas do alto nas suas atitudes concretas e comprometidas com o Reino de Deus, transcendendo todas as barreiras (pecado) que busca impedir essa unidade divina.

Continua...

Paz e Bem!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Reflexão Casual XXVII


“Busque sempre evoluir para coisas eternas e jamais se acomode, pois, ao não despertar o senso critico, alguém pensa, age e vive por você. Tornando-se tão vazio que será preenchido por falsas decisões que te frustrara e angustiara até seu melancólico e derradeiro fim na insignificante vida não vivida... Se questione sempre, buscando incessantemente as verdades eternas, nada temeras, pois ela te libertara!”

Paulinopax

domingo, 16 de novembro de 2014

Sacerdote, sujeito histórico na Igreja e no mundo - Final

Os Padres da Igreja Romana
 Teologia e sua atualidade - Final

Paulo da Costa


            Ao analisar os estudo patrístico e suas problemáticas modernas, podemos enfocar sob dois ângulos: No contexto histórico-literal ou como tradição eclesiástica. Não se deveria analisar de forma distinta, simplesmente isolando cada ponto de vista, mas sim simultaneamente e na justa medida, pois como monumento literário, os documentos patrístico não deixam de ser testemunho de fé. No ponto de vista da teologia a orientação dogmática é fundamental para lidar com os escritos de um autor da antiguidade verificando sua autoridade e conhecer até que ponto a respectiva doutrinal e opinativa se agregando com a palavra de Deus.  È necessário que o texto a ser estudado seja criteriosamente entendido, para que se tenha uma ampla compreensão das ideias originais para que se possa ter uma segurança maior do material pesquisado. O zelo pela tradução é importantíssimo alem de sabe ate que ponto há fidelidade comparada ao original. É interessante traduzir o texto na própria língua para uma compreensão plena de sentido original do autor. Não se pode esquecer também de suas características literárias, compreender o tipo de texto apresentado (sermões, comentários bíblicos, apologias, textos polêmicos...). É imprescindível a análise do contexto histórico-literário, para se chegar a uma conclusão mais centrada com a mentalidade dos escritores eclesiástica antiga, tem que se levar em consideração suas diversas dimensões, como a sua cosmovisão, estruturas sociopolíticas e jurídicas, e seus contextos filosóficos (estoicismo, medioplatonismo, neoplatonismo...), compreendendo todo o processo de interpretação dos textos sagrados em cada período patrístico.

         Os santos Padres na atualidade têm muito a nos ensinar, são verdadeiras bússolas que nos leva a essência da fé crista na sua originalidade. Que vem mostrar o testemunho desses primeiros cristãos que tudo teve que enfrentar para nos apresentar o cristianismo de forma mais fidelíssima, que acarreta através de seus escritos à verdadeira tradição que foi vivenciada junta aos apóstolos e nos decorrer dos séculos iniciais. Devemos mergulhar profundamente nos ensinos dos Padres da Igreja e beber de sua cultura teológica, pois eles têm muito a nos apresentar como, por exemplo, o sentido trinitário da história da salvação, unidade da cristólogia e da eclesiologia, as relações entre Maria e a Igreja e muito mais, com o seu modo todo peculiar de pensar, motiva novos horizontes na antropologia e nos ensinos sacramentais. Contribuíram profundamente para a renovação da teologia moral graças aos seus estudos de forma zelosa as primazias do amor de Deus, sem jamais deixar de obsevar seus mandamentos e dessa forma na busca incessantemente a perfeita imitação de Cristo. Essas são algumas colocações da riqueza espiritualista dos primórdios do cristianismo, nos dadas por esses santos padres que chega até nós por meios de seus escritos tão inspirados por Deus, que nos uni fortemente aos nossos irmãos cristãos orientais no qual mais dos que nós vivem intimamente o espírito patriótico e assim também não podemos esquecer-nos dos tradicionais irmãos evangélicos, que zelam profundamente dos escritos dos Pais da Igreja na qual reconhecem assim como nós, a pura fidelíssima manifestação de Cristo por meios dos apóstolos e de seus percussores que chega até hoje para todos nós.



Pax!

sábado, 1 de novembro de 2014

Reflexão Casual XXVI


“A reflexão é algo fundamental em nossa vida, pois é no exercício da razão que nos leva a novas descobertas onde aponta que caminho devemos seguir, mas nem todos estão dispostos quando necessário recomeçar, pois preferem se manterem desorientado em suas insensatezes frustrante no mundo das ilusões, em vez de perseverarem na lucidez que leva a uma eternidade em plenitude.”

Paulinopax

sábado, 25 de outubro de 2014

Sacerdote, sujeito histórico na Igreja e no mundo - 2ª Parte

Os Padres da Igreja Romana
 Teologia e sua atualidade - 2º Parte

 Paulo da Costa

                  Nos estudos patrísticas da atualidade, já não existe os conflitos anteriores do passado sobre dogmas e interesses histórico-literario, mas ainda existe certa tensão entre os teólogos que subestima as contribuições histórica e literária assim como os próprios literários e historiadores são quase sempre falhos em suas colocações teológicas. Não se pode escrever a história de maneira puramente objetiva, os estudos patrística por sua própria natureza exige que se adote um ponto de vista teológico, pois são documentos de testemunhas da fé cristã. Há outra questão no que se refere às ideias dogmáticas de santos padres dentro da própria teologia católica, no que apresenta anacronismo histórico, projetando dois conceitos como a ortodoxia e a aprovação eclesiástica como referencia que estão desalinhados entre períodos distintos, onde jamais poderia comprometer alguns teólogos ao suprimir de reconhecimento como Santos Padres ou até o ponto de considera-los hereges como, por exemplo, Orígenes e Tertuliano. A. Benoit inclui entre os santos Padres, todo escritor que contribuíram na tradução e explicação da Sagrada Escritura. Outra problemática levantada é o que se refere ao termino do período patrística. Muito se falam que foi no século VII (Gregório Magno e Isidoro) ou mesmo no século VIII(João Damasceno), Segundo Benoit acredita que o cisma entre o Ocidente e o Oriente, tenha sido o declino e término do período patrístico, mas o provável seja que o fim da era patrística tenha ocorrido muito tempo antes do concilio de Calcedônia (451).

                A transmissão da revelação divina na luz dos Santos Padres mostra inicialmente no processo histórico como a Igreja antiga transmitia sem pretensão de cortes nas obras dos Padres da Igreja e a partir de uma expectativa atual destacamos algumas modalidades, sem antes esquecer uma variedade de textos que encerram os símbolos da fé, que nos transmite formulas e ritos litúrgicos com referencias conciliares que foi pregada pelos bispos havendo uma grande aceitação popular, por intermédio de seus testemunhos revestido de uma autoridade tão ampla quanto à própria fidelidade histórica que até um único Santo Padre pode nos garantir de forma autentica, o testemunho da fé possuída por sua Igreja. Os santos Padres como lideranças de suas comunidades alem de testemunhas são juízes religiosos que por intermédio de suas pregações apresenta Cristo, e mostra-nos até que ponto está de acordo, a convivência fraterna cristã junto às comunidades e em todas as demais Igrejas. Na atualidade temos os Padres Conciliares aos quais compete a mesma autoridade que estes convinham nos primórdios do cristianismo.

                 Diante dos problemas religiosos em seu tempo, principalmente os relacionados às heresias, os santos Padres independentemente serem representante ou não do magistério, tomam um posição bem definida diante das problemáticas da fé, são profetas da tradição apostólica, sem jamais contraporem o magistério eclesiástico. Eles exerceram principalmente o papel de Mestre da fé ao assumirem a tarefa de repartir aos seus contemporâneos o pão da palavra divina. Eles com todos seus conhecimentos profano na sua experiência de vida na fé guiado pelo Santo Espírito, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento da doutrina da Igreja indicando o caminho, inclusivamente para o futuro. Hoje eles continuam sendo mestre da Igreja antiga cuja autoridade não nos vincula especificamente, mas nos serve de orientação para fidelíssima tradição cristã.

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Pax!

sábado, 18 de outubro de 2014

Sacerdote, sujeito histórico na Igreja e no mundo

 Os Padres da Igreja Romana
 Teologia e sua atualidade

 Paulo da Costa



Os Padres da Igreja tem um papel relevante na história da tradição do catolicismo como de toda a cristandade ao transmitir a revelação divina. Homens que se tornaram referencia num período crucial do cristianismo onde era apenas uma de muitas seitas existente. Movidos pela providencia divina, estes santos Padres auxiliava a Igreja em momentos difíceis, se tornando verdadeiros guardiões da fé e da tradição, como os mais próximos testemunhos posteriores aos apóstolos. Já no inicio do primeiro século, no mais primitivo da era cristã, os bispos eram chamados de pais, mas não se pode afirmar com certeza se essa terminologia se referia algo mais do que mestre ou coisa semelhante. Mas o certo que no decorrer da história do cristianismo já se apelava para os Santos Padres da Igreja como testemunhos da verdadeira doutrina.

Os Padres da Igreja eram principalmente chamados os contemporâneo e presente participantes do primeiro Conciliam de Nicéia (325 d.C.). Comparando aos antigos do judaísmo (Patriarcas), eles também são considerados como representantes maiores da tradição cristã. Segundo Vicente Lerinense, o primeiro teórico da autoridade doutrinal, baseado em Agostinho, desenvolveu critérios onde se pode apoiar não somente na autoridade dos Bispos já então falecidos, como também em todos os escritores eclesiásticos. Ele apresenta que a autoridade de um Santo Padre se caracteriza por aquilo que ele ensina na unidade da comunidade eclesial e na fé. Mas segundo o “Decretum Gelasianum de libris recipiendis et non recipiendis” (Começo do Século VI), apresenta de forma mais fundamentada a distinção dos autores que merecem realmente o nome de “Padres da Igreja”, como também os que são considerados escritores eclesiásticos e até os que são apresentados como hereges.

Os santos Padres foram os desbravadores nas investigações mais aprofundadas da sagrada escritura. Não apenas se entreteram aos fundamentos dogmáticos, mas buscaram uma abrangência maior nos domínios dos textos sagrados. Séculos posteriores os escritos dos autores da antiguidade cristã, foram também investigados literalmente e historicamente. Como o trabalho apresentado por Jerônimo (Final do século IV) em cima dos textos de Eusébio de Cesareia, elaborando então a primeira “Patrologia”, surgindo outros posteriormente e traduzidos em grego.  A patrística no período da Idade Média ficou na obscuridade desse período, apesar dos estudos dos santos Padres fornecerem as bases no período inicial da teologia escolástica, poucos teólogos se interessaram pelos Padres da Igreja, se destacando nesse período (século XIII) Tomas de Aquino e Boaventura. Sendo resurgindo num tímido interesse nos séculos posteriores, através do aparecimento de antologias metódicas, confecções de catálogos dos santos Padres e seus escritos, principalmente calcadas nas obras de Jerônimo e da Ganádio.

            No Período da reforma protestante e do humanismo, os estudos patrística passaram por um período de mudanças bem radicais. Em busca de trazer a luz tudo que era importante da antiguidade, os humanistas resgataram a literatura cristã antiga numa revisão aprofundada e critica de todo material encontrado, paralelamente os reformadores deram uma atenção maior e ampla para os Santos Padres que representavam a igreja primitiva ainda não arruinada. Em resposta ao forte impulso humanístico e protestante, os teólogos católicos dedicaram-se com ardor aos estudos patrística, surgindo então à teologia positiva, promovendo um reflorescimento dos estudos dos Padres da Igreja, que culminou, especialmente na frança uma extensa edição dos Santos Padres (edição de Maurin). Somente no século XIX veio novamente a mudar, através do moderno estudo evolucionário cientifico especialmente dos protestantes alemães, onde se encararam as escritas patrísticas como simples testemunhos históricos. Já a teologia católica aparentemente atrasada diante desses novos estudos, veios nos apresentar, promovendo também um estudo em âmbito mais vasto, não se limitando á história dos dogmas, mas se esforçando sempre em permanecer no campo da teologia. E através de autores católicos como Bardenhewer, e principalmente Altaner e Quaster foram publicado notáveis manuais de patrologia.


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Pax!

sábado, 4 de outubro de 2014

Reflexão Casual XXV


“O sentido de minha vida e sempre ajudar o meu semelhante, pois sem isso esvazia a razão do meu viver.”

Paulinopax

sábado, 27 de setembro de 2014

O Cânon Católico

Cânon das Sagradas Escrituras
Paulo da Costa

         O cânon cristão foi concluído no final do século IV (Concílio de Hipona - 393), que tinha o objetivo de discutir e deliberar a lista oficial dos livros que deveriam ser considerado inspiração divina, entre eles os livros deuterocanônico. Este cânon foi confirmado em concílios posteriores (Cartago – 397/ Florença – 1441) e finalmente em 1546 por intermédio do decreto de “Canonicis Scripturis” no concílio de Tentro. Percebe-se forte influencia patrística em todo seu processo como também a participação em sua sistematização e conclusão. Os primeiros cristãos muitos vindos do judaísmo se utilizaram da tradução grega da septuaginta, cânon longo (Alexandria), e em suas missões de anunciar Cristo principalmente aos povos pagãos, mas precisamente ao império Greco-romano. 
       Para os Padres da Igreja a Escritura hebraica era de suma importância, pelas suas profundas riquezas de ensinamento sobre a economia da salvação, mostrando todo o processo histórico de um povo que teve uma convivência direito com seu Deus (por intermédio dos profetas), que é ao mesmo tempo Senhor de Israel e Pai de Jesus, onde o próprio Cristo nos confirma que o tempo prometido chegou por seu intermédio, sendo isso profetizado por épocas anteriores. Surge então no século III uma grande duvida entre os cristãos que causa grandes discussões com os judeus, pois alguns Padres da Igreja evitavam os livros deutero-canônicos, e se utilizando somente dos proto-canônicos. A discussão sobre a extensão material do Antigo testamento emergiu especificamente sobre os questionamentos de que certos livros(deutero-canônicos) não fazem partem do cânon judaico.
         Outras problemáticas foram relacionadas ao surgimento dos Escritos Sagrados do novo Testamento, pois antes do surgimento dos primeiros livros, nos primórdio do cristianismo os apóstolos e também seus sucessores evangelizavam numa tradição oral, baseado nos testemunhos vividos junto ao Mestre (Jesus). Diante das situações e dificuldades de cada comunidade, os Pastores escreviam cartas pastorais, dando orientações, exortações ou motivações de fé diante das tribulações e perseguições, já no final do primeiro século existia os escrito dos Atos dos Apóstolos (Evangelista Lucas) e também o apocalipse da comunidade Joanina. 
          No período do final do século I para o inicio do II surgiram variedades tipos de texto nas diversas comunidades, Juntos com esses textos, surgiram outros de origens duvidosas e tendenciosas (Apócrifos), surgiram então às heresias que permaneceram por longos séculos. A partir do meado do século II e posteriores, surgiram correntes heréticas (Gnosticismo; Marcionismo; Motanismo; Arianismo...), que entraram em conflito com as fidelíssimas tradições cristãs, e por necessidade se viu a emergência da determinação do cânon, que então a partir do ano de 393(Concílio de Hipona) se desenvolveu toda uma sistematização junto de grandes autoridades eclesiásticas (Padres da Igreja) que deram uma imensa contribuição para formação do cânon cristão sendo confirmado posteriormente em concílios futuros. Entre os padres da Igreja que tiveram uma participação fundamental nesse período foram Santo Agostinho e santo Atanásio.

Pax!

sábado, 6 de setembro de 2014

Reflexão Casual XXIV



“Por mais conhecedor das obras de Deus e bem-intencionado que o homem seja, mas se seu coração estiver armado e envenenado pelas indiferenças e preconceitos, jamais produzirá frutos adocicados no amor de Deus e também jamais lançará boas sementes, porque suas raízes não são aprofundadas na boa terra (evangelho), se limitando no terreno raso da superficialidade. Tornando-se escravo dos meros preceitos, num fundamentalismo alienante e mergulhado numa vaidade que usurpa a condição própria da verdade existencial, cegando-se da verdadeira essência cristã de amor incondicional ao próximo na dinâmica fraterna em unidade com o sumo bem.” 

Paulinopax

sábado, 23 de agosto de 2014

Reflexão Casual XXIII


“O bem e o mal sempre existirão, mas a partir do próprio homem... É através de seus próprios atos que acarretará para si o destino construído dia após dia, no exercício das virtudes sempre inspirada no bem ou na total entrega aos instintos mais primitivos e bárbaros que possa existir.”

Paulinopax