sábado, 27 de julho de 2019
quinta-feira, 25 de julho de 2019
O Livro Perdido de Dzyan VI
A EVOLUÇÃO CÓSMICA
NAS SETE ESTÂNCIAS DO LIVRO DE DZYAN
Helena Blavatsky
ESTÂNCIA VI
1. Pelo poder da Mãe de Misericórdia e Conhecimento, Kwan-Yin — a Trina de Kwan-Shai-Yin, que mora em Kwan-Yin-Tien — Fohat, o Sopro de sua Progênie, o Filho dos Filhos, tendo feito sair das profundezas do Abismo inferior a Forma Ilusória de Sien-Tchan e os Sete Elementos.
2. O Veloz e Radiante Um produz os Sete Centros Laya, contra os quais ninguém prevalecerá até o Grande Dia "Sê Conosco"; e assenta o Universo sobre estes Eternos Fundamentos, rodeando Sien-Tchan com os Germes Elementais.
3. Dos Sete — primeiro Um manifestado, Seis ocultos, Dois manifestados, Cinco ocultos; Três manifestados, Quatro ocultos; Quatro produzidos, Três ocultos; Quatro e Um Tsan revelados, Dois e Meio ocultos; Seis para serem manifestados, Um deixado à parte. Por último, Sete Pequenas Rodas girando; uma dando nascimento à outra.
4. Ele as constrói à semelhança das Rodas mais antigas, colocando-as nos Centros Imperecíveis. Como as constrói Fohat? Ele junta a Poeira de Fogo. Forma Esferas de Fogo, corre através delas e em seu derredor, insuflando-lhes a vida; e em seguida as põe em movimento; umas nesta direção, outras naquela. Elas estão frias, ele as aquece. Estão secas, ele as umedece. Brilham, ele as ventila e refresca . Assim procede Fohat, de um a outro Crepúsculo, durante Sete Eternidades.
5. Na Quarta, os Filhos recebem ordem de criar suas Imagens. Um Terço recusa-se Dois Terços obedecem. A Maldição é proferida. Nascerão na Quarta; sofrerão e causarão sofrimento. É a Primeira Guerra.
6. As Rodas mais antigas giravam para baixo e para cima...
Os frutos da Mãe enchiam o Todo. Houve combates renhidos entre os Criadores e os Destruidores, e Combates renhidos pelo Espaço; aparecendo e reaparecendo a Semente continuamente.
7. Faze os teus cálculos, ó Lanu, se queres saber a idade exata da Pequena Roda. Seu Quarto Raio "é" nossa Mãe. Alcança o Quarto Fruto da Quarta Senda do Conhecimento que conduz ao Nirvana, e tu compreenderás, porque verás...
sábado, 20 de julho de 2019
Jesus Cristo segundo São João - Capítulo 02
AS BODAS DE CANÁ
PRIMEIRO SINAL: AS BODAS DE CANÁ
1Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a mãe de Jesus estava lá. 2Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda. 3Como viesse a faltar o vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: «Não têm vinho!»
4Jesus respondeu-lhe: «Mulher, que tem isso a ver contigo e comigo? Ainda não chegou a minha hora.» 5Sua mãe disse aos serventes: «Fazei o que Ele vos disser!»
6Ora, havia ali seis vasilhas de pedra preparadas para os ritos de purificação dos judeus, com capacidade de duas ou três medidas cada uma. 7Disse-lhes Jesus: «Enchei as vasilhas de água.» 8Eles encheram-nas até cima. Então ordenou-lhes: «Tirai agora e levai ao chefe de mesa.»
9E eles assim fizeram. O chefe de mesa provou a água transformada em vinho, sem saber de onde era - se bem que o soubessem os serventes que tinham tirado a água; chamou o noivo 10e disse-lhe: «Toda a gente serve primeiro o vinho melhor e, depois de terem bebido bem, é que serve o pior. Tu, porém, guardaste o melhor vinho até agora!»
11Assim, em Caná da Galileia, Jesus realizou o primeiro dos seus sinais miraculosos, com o qual manifestou a sua glória, e os discípulos creram nele. 12Depois disto, desceu a Cafarnaúm com sua mãe, os irmãos e os seus discípulos, e ficaram ali apenas alguns dias.
PURIFICAÇÃO DO TEMPLO (Mt 21,12-17; Mc 11,15-19; Lc 19,45-48)
13Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 14Encontrou no templo os vendedores de bois, ovelhas e pombas, e os cambistas nos seus postos. 15Então, fazendo um chicote de cordas, expulsou-os a todos do templo com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas dos cambistas pelo chão e derrubou-lhes as mesas; 16e aos que vendiam pombas, disse-lhes: «Tirai isso daqui. Não façais da Casa de meu Pai uma feira.»
17Os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devora. 18Então os judeus intervieram e perguntaram-lhe: «Que sinal nos dás de poderes fazer isto?» 19Declarou-lhes Jesus, em resposta: «Destruí este templo, e em três dias Eu o levantarei!» 20Replicaram então os judeus: «Quarenta e seis anos levou este templo a construir, e Tu vais levantá-lo em três dias?» 21Ele, porém, falava do templo que é o seu corpo. 22Por isso, quando Jesus ressuscitou dos mortos, os seus discípulos recordaram-se de que Ele o tinha dito e creram na Escritura e nas palavras que tinha proferido.
23Enquanto Ele estava em Jerusalém, durante as festas da Páscoa, muitos creram nele ao verem os sinais miraculosos que realizava. 24Mas Jesus não se fiava deles, porque os conhecia a todos 25e não precisava de que ninguém o elucidasse acerca das pessoas, pois sabia o que havia dentro delas.
Continua...
sábado, 13 de julho de 2019
Corpus Hermeticum VII
CORPUS HERMETICUM
De Hermes Trismegisto
VII - O MAIOR DOS MALES ENTRE OS HOMENS CONSTITUI IGNORANCIA RELATIVAMENTE A DEUS
1 "Corai, ó humanos, ébrios que sois, tendo bebido até a última gota do vinho sem mistura da doutrina da ignorância, que não mais podeis conter, mas que já estais prestes a vomitar. Deixai a embriaguez, parai!
"0lhai para o alto com os olhos do coração. E se não o podeis todos, pelo menos os que o podem. Pois o mal da ignorância inunda toda a terra, corrompe a alma aprisionada no corpo, sem permitir-lhe lançar a âncora no porto de salvação. Não vos deixeis arrastar pela violência da onda, mas, aproveitando-vos da contra-corrente, vós que podeis aportar ao porto de salvação, lançai a âncora e buscai um guia que vos mostre a rota até as portas do conhecimento, onde a luz flamejante brilha, livre de toda obscuridade, onde ninguém está embriagado, mas todos permanecem sóbrios, elevando o olhar do coração para Aquele que quer ser visto. Pois não se deixa ouvir nem descrever e não é visível para os olhos corporais, mas somente ao intelecto e ao coração.
2 “Mas, agora, é necessário que laceres pouco a pouco a túnica que te reveste, o tecido da corrupção, o suporte da malícia, a cadeia da corrupção, a prisão tenebrosa, a morte vivente, o cadáver sensível, a tumba que levas para todos os lados contigo, o assaltante que habita em tua casa, o companheiro que pelas coisas que ama te odeia e pelas coisas que odeia, tem ciúme de ti.
3 "Tal é o inimigo que revestiste como uma túnica, que te estrangula e atira sob si, de modo que, tendo elevado os olhos e contemplado a beleza da verdade e o bem que nela reside, venhas a odiar a malícia do inimigo, tendo compreendido todas as ciladas que preparou contra ti, tornando insensíveis os órgãos dos sentidos que não aparecem e não são tidos por tal, tendo-os obstruído pela massa da matéria e preenchido de uma voluptuosidade odiosa, a fim de que não possuas ouvidos para as coisas que deves ouvir, nem visão para as coisas que precisas ver"
Continua...
terça-feira, 9 de julho de 2019
sábado, 6 de julho de 2019
Apenas uma Reflexão...
QUEM CHAMA DEUS DE PAI,
DEVERIA AMAR O PRÓXIMO COMO IRMÃO!
DEVERIA AMAR O PRÓXIMO COMO IRMÃO!
Paulo da Costa Paiva
Observando aos domingos que vou a Igreja, durante a celebração da santa missa, que para muitos(infelizmente) a missa caiu na rotina, no automático onde tudo é tão igual e repetitivo, sendo a grande maioria escravizada pela ritualidade e pelas emoções, se tornando um momento apenas de fuga, em vez de uma real libertação dos enganos da ilusões humana. Muitos deixaram de ser verdadeiramente novos cristos(cristãos) para se embragarem nos seus orgulhos e egoísmos como também em vossas vaidades de tanta santidade que enoja.
Vejo com muita tristeza tanta mesquinhes de muitos que se dizem cristãos dentro dos templos, que vão louvar e adorar o Cristo mas são incapazes de sensibilizar-se com o irmão idoso ou com as mãezinhas com seus filhos no colo, enfim com os mais necessitados (pequeninos de Cristo), onde se tem a oportunidade em serem verdadeiramente Cristãos, podendo ao menos levantar-se e dar seus assentos a quem realmente precisar. Isso é só um simples exemplo, imagine outras situações ?
Mas infelizmente é mais fácil ignorar e ser indiferente com aquele que reza o Pai-Nosso em uma só voz, mas com um coração distante de Deus, do que ser instrumento do amor de Cristo para o próximo. Não adianta pagar o dizimo, rezar o terço todo dia, ser de grupo ou de comunidade, ser consagrado ou ministro eucarístico , nem de rezar diante da Imagem de Maria e ser indiferente com o semelhante, até com os que são de sua própria Igreja e religião, Imagine com os lá fora? Ainda é tempo de fazer uma nova história, ressuscitar com Cristo em seus corações, superando às hipocrisias e mesquinhez do homem velho sendo um novo homem, luz para o mundo é sal para terra... Feliz Domingo! Verdadeiramente renovado em Cristo, que se faz presente em nós.
Paz e Bem!
sábado, 29 de junho de 2019
quinta-feira, 27 de junho de 2019
O Livro Perdido de Dzyan V
A EVOLUÇÃO CÓSMICA
NAS SETE ESTÂNCIAS DO LIVRO DE DZYAN
Helena Blavatsky
ESTÂNCIA V
1. Os Sete Primordiais, os Sete Primeiros Sopros do Dragão de Sabedoria, produzem por sua vez o Torvelinho de Fogo com os seus Sagrados Sopros de Circulação giratória.
2. Dele fazem o Mensageiro de sua Vontade. O Dzyu converte-se em Fohat; o Filho veloz dos Filhos Divinos, cujos Filhos são os Lipika, leva mensagens circulares. Fohat é o Corcel, e o Pensamento, o Cavaleiro. Ele passa como um raio através de nuvens de fogo; dá Três, Cinco e Sete Passos através das Sete Regiões Superiores e das Sete Inferiores. Ergue a sua Voz para chamar as Centelhas inumeráveis e as reúne.
3. Ele é o seu condutor, o espírito que as guia. Ao iniciar a sua obra, separa as Centelhas do Reino Inferior, que se agitam e vibram de alegria em suas radiantes moradas, e com elas forma os Germes das Rodas. Colocando-as nas Seis Direções do Espaço, deixa uma no Centro: a Roda Central.
4. Fohat traça linhas espirais para unir a Sexta à Sétima — a Coroa. Um Exército dos Filhos
da Luz situa-se em cada um dos ângulos; os Lipika ficam na Roda Central. Dizem eles: "Isto é bom." O primeiro Mundo Divino está pronto; o Primeiro, o Segundo. Então o "Divino Arûpa" se reflete no Chhâyâ Loka, a Primeira Veste de Anupâdaka.
5. Fohat dá cinco passos, e constrói uma roda alada em cada um dos ângulos do quadrado para os Quatro Santos... e seus Exércitos.
6. Os Lipika circunscrevem o Triângulo, o Primeiro Um, o Cubo, o Segundo Um e o Pentágono dentro do Ovo. É o Anel chamado "Não Pássaras", para os que descem e sobem; para os que, durante o Kalpa, estão marchando para o Grande Dia "Sê Conosco"... Assim foram formados os Arûpa e os Rûpa: da Luz Única, Sete Luzes; de cada uma das Sete, sete vezes Sete Luzes. As Rodas velam pelo Anel...
terça-feira, 25 de junho de 2019
O sentido bíblico do Dizimo
DÍZIMO PARA IGREJAS?
Dízimo para igrejas? Isso é realmente bíblico? Estão agindo por ignorância ou leviandade? Onde fica os pobres, marginalizados e excluídos da sociedade? Cadê as pastorais sociais, os trabalhos caritativos com os menos favorecidos? Do que adianta tantos grupos e comunidades religiosas se deixam os pequeninos de Cristo em situação de total abandono... Buscam Cristo nos templos arrumados e perfumados, mas Ele, o Cristo está sujo, podre e desdentados em casebres e calçadas, doente, às vezes bêbado ou surtando pelas ruas. Mas a pastoral do dízimo não pode deixar de existir, pois tem que manter o templo de pedra, as veste litúrgicas impecável, mas o Cristo... Deixa lá na calçada mesmo, com fome, doente e nu, esse Divino tão miserável, pois não é nada atraente esse pobre sofredor. Vamos buscar nos iludir e alienarmos nos cultos shows e missas shows, com cânticos estridentes, línguas esquisitas que nada diz, e se jogando adormecidos no chão uns em cima dos outros, totalmente embriagados na estupidez , tremendo histericamente numa verdadeiro espetáculo de horrores pentecostais e carismáticos, para depois pagarmos ingresso dessa grande palhaçada, cobrando de um deus uma vida que nada se esforçamos para melhorar , mas que tudo cobrarmos para nos enganarmos numa grande encenação de uma mentira bem vivida. Existe muita hipocrisia nas religiões onde se poderia fazer muita coisa boa realmente em benefício do próximo, mas se preferiu saciar caprichos prazerosamente mesquinhos e doentio. Lamentável!
sábado, 22 de junho de 2019
Jesus Cristo segundo São João - Capítulo 01
1No princípio existia o Verbo;
o Verbo estava em Deus;
e o Verbo era Deus.
2No princípio Ele estava em Deus.
3Por Ele é que tudo começou a existir;
e sem Ele nada veio à existência.
4Nele é que estava a Vida
de tudo o que veio a existir.
E a Vida era a Luz dos homens.
5A Luz brilhou nas trevas,
mas as trevas não a receberam.
6Apareceu um homem, enviado por Deus, que se chamava João. 7Este vinha como testemunha, para dar testemunho da Luz e todos crerem por meio dele. 8Ele não era a Luz, mas vinha para dar testemunho da Luz.
9O Verbo era a Luz verdadeira,
que, ao vir ao mundo,
a todo o homem ilumina.
10Ele estava no mundo
e por Ele o mundo veio à existência,
mas o mundo não o reconheceu.
11Veio para o que era seu,
e os seus não o receberam.
12Mas, a quantos o receberam,
aos que nele crêem,
deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.
13Estes não nasceram de laços de sangue,
nem de um impulso da carne,
nem da vontade de um homem,
mas sim de Deus.
14E o Verbo fez-se homem
e veio habitar connosco.
E nós contemplámos a sua glória,
a glória que possui como Filho Unigénito do Pai,
cheio de graça e de verdade.
15João deu testemunho dele ao clamar:
«Este era aquele de quem eu disse: ‘O que vem depois de mim passou-me à frente, porque existia antes de mim.’»
«Este era aquele de quem eu disse: ‘O que vem depois de mim passou-me à frente, porque existia antes de mim.’»
16Sim, todos nós participamos da sua plenitude, recebendo graças sobre graças. 17É que a Lei foi dada por Moisés, mas a graça e a verdade vieram-nos por Jesus Cristo.
18A Deus jamais alguém o viu. O Filho Unigénito, que é Deus e está no seio do Pai, foi Ele quem o deu a conhecer.
I. MANIFESTAÇÃO DE JESUS AO MUNDO ATRAVÉS DE SINAIS, DISCURSOS E ENCONTROS (1,19-12,50)
1. Primeiro Ciclo Da Manifestação de Jesus (1,19-4,54)
Testemunho de João Baptista (Mt 3,1-12; Mc 1,2-8; Lc 3,1-20) - 19Este foi o testemunho de João, quando as autoridades judaicas lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: «Tu quem és?» 20Então ele confessou a verdade e não a negou, afirmando: «Eu não sou o Messias.» 21E perguntaram-lhe: «Quem és, então? És tu Elias?» Ele disse: «Não sou.» «És tu o profeta?» Respondeu: «Não.» 22Disseram-lhe, por fim: «Quem és tu, para podermos dar uma resposta aos que nos enviaram? Que dizes de ti mesmo?» 23Ele declarou:
‘«Eu sou a voz
de quem grita no deserto:
Rectificai o caminho do Senhor’,
como disse o profeta Isaías.»
24Ora, havia enviados dos fariseus que lhe perguntaram: 25«Então porque baptizas, se tu não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?» 26João respondeu-lhes: «Eu baptizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. 27É aquele que vem depois de mim, a quem eu não sou digno de desatar a correia das sandálias.» 28Isto passou-se em Betânia, na margem além do Jordão, onde João estava a baptizar.
29No dia seguinte, ao ver Jesus, que se dirigia para ele, exclamou: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! 30É aquele de quem eu disse: ‘Depois de mim vem um homem que me passou à frente, porque existia antes de mim.’
Baptismo de Jesus (Mt 3,13-17; Mc 1,9-11; Lc 3,21-22) - 31Eu não o conhecia bem; mas foi para Ele se manifestar a Israel que eu vim baptizar com água.» 32E João testemunhou: «Vi o Espírito que descia do céu como uma pomba e permanecia sobre Ele. 33E eu não o conhecia, mas quem me enviou a baptizar com água é que me disse: ‘Aquele sobre quem vires descer o Espírito e poisar sobre Ele, é o que baptiza com o Espírito Santo’. 34Pois bem: eu vi e dou testemunho de que este é o Filho de Deus.»
Primeiros discípulos (Mt 4,18-22; Mc 1,16-20; 3,13-19; Lc 5,1-11; 6,12-16; Act 1,13) - 35No dia seguinte, João encontrava-se de novo ali com dois dos seus discípulos. 36Então, pondo o olhar em Jesus, que passava, disse: «Eis o Cordeiro de Deus!» 37Ouvindo-o falar desta maneira, os dois discípulos seguiram Jesus. 38Jesus voltou-se e, notando que eles o seguiam, perguntou-lhes: «Que pretendeis?» Eles disseram-lhe: «Rabi - que quer dizer Mestre - onde moras?» 39Ele respondeu-lhes: «Vinde e vereis.» Foram, pois, e viram onde morava e ficaram com Ele nesse dia. Eram asquatro da tarde.
40André, o irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram João e seguiram Jesus. 41Encontrou primeiro o seu irmão Simão, e disse-lhe: «Encontrámos o Messias!» - que quer dizer Cristo. 42E levou-o até Jesus. Fixando nele o olhar, Jesus disse-lhe: «Tu és Simão, o filho de João. Hás-de chamar-te Cefas» - que significa Pedra.
43No dia seguinte, Jesus resolveu sair para a Galileia. Encontrou Filipe, e disse-lhe: «Segue-me!» 44Filipe era de Betsaida, a cidade de André e de Pedro. 45Filipe encontrou Natanael e disse-lhe: «Encontrámos aquele sobre quem escreveram Moisés, na Lei, e os Profetas: Jesus, filho de José de Nazaré.» 46Então disse-lhe Natanael: «De Nazaré pode vir alguma coisa boa?» Filipe respondeu-lhe: «Vem e verás!» 47Jesus viu Natanael, que v inha ao seu encontro, e disse dele: «Aí vem um verdadeiro israelita, em quem não há fingimento.»
48Disse-lhe Natanael: «Donde me conheces?» Respondeu-lhe Jesus: «Antes de Filipe te chamar, Eu vi-te quando estavas debaixo da figueira!» 49Respondeu Natanael: «Rabi, Tu és o Filho de Deus! Tu és o Rei de Israel!» 50Retorquiu-lhe Jesus: «Tu crês por Eu te ter dito: ‘Vi-te debaixo da figueira’? Hás-de ver coisas maiores do que estas!» 51E acrescentou: «Em verdade, em verdade vos digo: vereis o Céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo por meio do Filho do Homem.»
Continua...
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