sábado, 1 de novembro de 2014

Reflexão Casual XXVI


“A reflexão é algo fundamental em nossa vida, pois é no exercício da razão que nos leva a novas descobertas onde aponta que caminho devemos seguir, mas nem todos estão dispostos quando necessário recomeçar, pois preferem se manterem desorientado em suas insensatezes frustrante no mundo das ilusões, em vez de perseverarem na lucidez que leva a uma eternidade em plenitude.”

Paulinopax

sábado, 25 de outubro de 2014

Sacerdote, sujeito histórico na Igreja e no mundo - 2ª Parte

Os Padres da Igreja Romana
 Teologia e sua atualidade - 2º Parte

 Paulo da Costa

                  Nos estudos patrísticas da atualidade, já não existe os conflitos anteriores do passado sobre dogmas e interesses histórico-literario, mas ainda existe certa tensão entre os teólogos que subestima as contribuições histórica e literária assim como os próprios literários e historiadores são quase sempre falhos em suas colocações teológicas. Não se pode escrever a história de maneira puramente objetiva, os estudos patrística por sua própria natureza exige que se adote um ponto de vista teológico, pois são documentos de testemunhas da fé cristã. Há outra questão no que se refere às ideias dogmáticas de santos padres dentro da própria teologia católica, no que apresenta anacronismo histórico, projetando dois conceitos como a ortodoxia e a aprovação eclesiástica como referencia que estão desalinhados entre períodos distintos, onde jamais poderia comprometer alguns teólogos ao suprimir de reconhecimento como Santos Padres ou até o ponto de considera-los hereges como, por exemplo, Orígenes e Tertuliano. A. Benoit inclui entre os santos Padres, todo escritor que contribuíram na tradução e explicação da Sagrada Escritura. Outra problemática levantada é o que se refere ao termino do período patrística. Muito se falam que foi no século VII (Gregório Magno e Isidoro) ou mesmo no século VIII(João Damasceno), Segundo Benoit acredita que o cisma entre o Ocidente e o Oriente, tenha sido o declino e término do período patrístico, mas o provável seja que o fim da era patrística tenha ocorrido muito tempo antes do concilio de Calcedônia (451).

                A transmissão da revelação divina na luz dos Santos Padres mostra inicialmente no processo histórico como a Igreja antiga transmitia sem pretensão de cortes nas obras dos Padres da Igreja e a partir de uma expectativa atual destacamos algumas modalidades, sem antes esquecer uma variedade de textos que encerram os símbolos da fé, que nos transmite formulas e ritos litúrgicos com referencias conciliares que foi pregada pelos bispos havendo uma grande aceitação popular, por intermédio de seus testemunhos revestido de uma autoridade tão ampla quanto à própria fidelidade histórica que até um único Santo Padre pode nos garantir de forma autentica, o testemunho da fé possuída por sua Igreja. Os santos Padres como lideranças de suas comunidades alem de testemunhas são juízes religiosos que por intermédio de suas pregações apresenta Cristo, e mostra-nos até que ponto está de acordo, a convivência fraterna cristã junto às comunidades e em todas as demais Igrejas. Na atualidade temos os Padres Conciliares aos quais compete a mesma autoridade que estes convinham nos primórdios do cristianismo.

                 Diante dos problemas religiosos em seu tempo, principalmente os relacionados às heresias, os santos Padres independentemente serem representante ou não do magistério, tomam um posição bem definida diante das problemáticas da fé, são profetas da tradição apostólica, sem jamais contraporem o magistério eclesiástico. Eles exerceram principalmente o papel de Mestre da fé ao assumirem a tarefa de repartir aos seus contemporâneos o pão da palavra divina. Eles com todos seus conhecimentos profano na sua experiência de vida na fé guiado pelo Santo Espírito, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento da doutrina da Igreja indicando o caminho, inclusivamente para o futuro. Hoje eles continuam sendo mestre da Igreja antiga cuja autoridade não nos vincula especificamente, mas nos serve de orientação para fidelíssima tradição cristã.

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Pax!

sábado, 18 de outubro de 2014

Sacerdote, sujeito histórico na Igreja e no mundo

 Os Padres da Igreja Romana
 Teologia e sua atualidade

 Paulo da Costa



Os Padres da Igreja tem um papel relevante na história da tradição do catolicismo como de toda a cristandade ao transmitir a revelação divina. Homens que se tornaram referencia num período crucial do cristianismo onde era apenas uma de muitas seitas existente. Movidos pela providencia divina, estes santos Padres auxiliava a Igreja em momentos difíceis, se tornando verdadeiros guardiões da fé e da tradição, como os mais próximos testemunhos posteriores aos apóstolos. Já no inicio do primeiro século, no mais primitivo da era cristã, os bispos eram chamados de pais, mas não se pode afirmar com certeza se essa terminologia se referia algo mais do que mestre ou coisa semelhante. Mas o certo que no decorrer da história do cristianismo já se apelava para os Santos Padres da Igreja como testemunhos da verdadeira doutrina.

Os Padres da Igreja eram principalmente chamados os contemporâneo e presente participantes do primeiro Conciliam de Nicéia (325 d.C.). Comparando aos antigos do judaísmo (Patriarcas), eles também são considerados como representantes maiores da tradição cristã. Segundo Vicente Lerinense, o primeiro teórico da autoridade doutrinal, baseado em Agostinho, desenvolveu critérios onde se pode apoiar não somente na autoridade dos Bispos já então falecidos, como também em todos os escritores eclesiásticos. Ele apresenta que a autoridade de um Santo Padre se caracteriza por aquilo que ele ensina na unidade da comunidade eclesial e na fé. Mas segundo o “Decretum Gelasianum de libris recipiendis et non recipiendis” (Começo do Século VI), apresenta de forma mais fundamentada a distinção dos autores que merecem realmente o nome de “Padres da Igreja”, como também os que são considerados escritores eclesiásticos e até os que são apresentados como hereges.

Os santos Padres foram os desbravadores nas investigações mais aprofundadas da sagrada escritura. Não apenas se entreteram aos fundamentos dogmáticos, mas buscaram uma abrangência maior nos domínios dos textos sagrados. Séculos posteriores os escritos dos autores da antiguidade cristã, foram também investigados literalmente e historicamente. Como o trabalho apresentado por Jerônimo (Final do século IV) em cima dos textos de Eusébio de Cesareia, elaborando então a primeira “Patrologia”, surgindo outros posteriormente e traduzidos em grego.  A patrística no período da Idade Média ficou na obscuridade desse período, apesar dos estudos dos santos Padres fornecerem as bases no período inicial da teologia escolástica, poucos teólogos se interessaram pelos Padres da Igreja, se destacando nesse período (século XIII) Tomas de Aquino e Boaventura. Sendo resurgindo num tímido interesse nos séculos posteriores, através do aparecimento de antologias metódicas, confecções de catálogos dos santos Padres e seus escritos, principalmente calcadas nas obras de Jerônimo e da Ganádio.

            No Período da reforma protestante e do humanismo, os estudos patrística passaram por um período de mudanças bem radicais. Em busca de trazer a luz tudo que era importante da antiguidade, os humanistas resgataram a literatura cristã antiga numa revisão aprofundada e critica de todo material encontrado, paralelamente os reformadores deram uma atenção maior e ampla para os Santos Padres que representavam a igreja primitiva ainda não arruinada. Em resposta ao forte impulso humanístico e protestante, os teólogos católicos dedicaram-se com ardor aos estudos patrística, surgindo então à teologia positiva, promovendo um reflorescimento dos estudos dos Padres da Igreja, que culminou, especialmente na frança uma extensa edição dos Santos Padres (edição de Maurin). Somente no século XIX veio novamente a mudar, através do moderno estudo evolucionário cientifico especialmente dos protestantes alemães, onde se encararam as escritas patrísticas como simples testemunhos históricos. Já a teologia católica aparentemente atrasada diante desses novos estudos, veios nos apresentar, promovendo também um estudo em âmbito mais vasto, não se limitando á história dos dogmas, mas se esforçando sempre em permanecer no campo da teologia. E através de autores católicos como Bardenhewer, e principalmente Altaner e Quaster foram publicado notáveis manuais de patrologia.


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sábado, 4 de outubro de 2014

Reflexão Casual XXV


“O sentido de minha vida e sempre ajudar o meu semelhante, pois sem isso esvazia a razão do meu viver.”

Paulinopax

sábado, 27 de setembro de 2014

O Cânon Católico

Cânon das Sagradas Escrituras
Paulo da Costa

         O cânon cristão foi concluído no final do século IV (Concílio de Hipona - 393), que tinha o objetivo de discutir e deliberar a lista oficial dos livros que deveriam ser considerado inspiração divina, entre eles os livros deuterocanônico. Este cânon foi confirmado em concílios posteriores (Cartago – 397/ Florença – 1441) e finalmente em 1546 por intermédio do decreto de “Canonicis Scripturis” no concílio de Tentro. Percebe-se forte influencia patrística em todo seu processo como também a participação em sua sistematização e conclusão. Os primeiros cristãos muitos vindos do judaísmo se utilizaram da tradução grega da septuaginta, cânon longo (Alexandria), e em suas missões de anunciar Cristo principalmente aos povos pagãos, mas precisamente ao império Greco-romano. 
       Para os Padres da Igreja a Escritura hebraica era de suma importância, pelas suas profundas riquezas de ensinamento sobre a economia da salvação, mostrando todo o processo histórico de um povo que teve uma convivência direito com seu Deus (por intermédio dos profetas), que é ao mesmo tempo Senhor de Israel e Pai de Jesus, onde o próprio Cristo nos confirma que o tempo prometido chegou por seu intermédio, sendo isso profetizado por épocas anteriores. Surge então no século III uma grande duvida entre os cristãos que causa grandes discussões com os judeus, pois alguns Padres da Igreja evitavam os livros deutero-canônicos, e se utilizando somente dos proto-canônicos. A discussão sobre a extensão material do Antigo testamento emergiu especificamente sobre os questionamentos de que certos livros(deutero-canônicos) não fazem partem do cânon judaico.
         Outras problemáticas foram relacionadas ao surgimento dos Escritos Sagrados do novo Testamento, pois antes do surgimento dos primeiros livros, nos primórdio do cristianismo os apóstolos e também seus sucessores evangelizavam numa tradição oral, baseado nos testemunhos vividos junto ao Mestre (Jesus). Diante das situações e dificuldades de cada comunidade, os Pastores escreviam cartas pastorais, dando orientações, exortações ou motivações de fé diante das tribulações e perseguições, já no final do primeiro século existia os escrito dos Atos dos Apóstolos (Evangelista Lucas) e também o apocalipse da comunidade Joanina. 
          No período do final do século I para o inicio do II surgiram variedades tipos de texto nas diversas comunidades, Juntos com esses textos, surgiram outros de origens duvidosas e tendenciosas (Apócrifos), surgiram então às heresias que permaneceram por longos séculos. A partir do meado do século II e posteriores, surgiram correntes heréticas (Gnosticismo; Marcionismo; Motanismo; Arianismo...), que entraram em conflito com as fidelíssimas tradições cristãs, e por necessidade se viu a emergência da determinação do cânon, que então a partir do ano de 393(Concílio de Hipona) se desenvolveu toda uma sistematização junto de grandes autoridades eclesiásticas (Padres da Igreja) que deram uma imensa contribuição para formação do cânon cristão sendo confirmado posteriormente em concílios futuros. Entre os padres da Igreja que tiveram uma participação fundamental nesse período foram Santo Agostinho e santo Atanásio.

Pax!

sábado, 6 de setembro de 2014

Reflexão Casual XXIV



“Por mais conhecedor das obras de Deus e bem-intencionado que o homem seja, mas se seu coração estiver armado e envenenado pelas indiferenças e preconceitos, jamais produzirá frutos adocicados no amor de Deus e também jamais lançará boas sementes, porque suas raízes não são aprofundadas na boa terra (evangelho), se limitando no terreno raso da superficialidade. Tornando-se escravo dos meros preceitos, num fundamentalismo alienante e mergulhado numa vaidade que usurpa a condição própria da verdade existencial, cegando-se da verdadeira essência cristã de amor incondicional ao próximo na dinâmica fraterna em unidade com o sumo bem.” 

Paulinopax

sábado, 23 de agosto de 2014

Reflexão Casual XXIII


“O bem e o mal sempre existirão, mas a partir do próprio homem... É através de seus próprios atos que acarretará para si o destino construído dia após dia, no exercício das virtudes sempre inspirada no bem ou na total entrega aos instintos mais primitivos e bárbaros que possa existir.”

Paulinopax

sábado, 9 de agosto de 2014

Exegese na Patrística - 2ª Parte

Exegese Patrística - 2ª Parte
        Paulo da Costa
        Sobre a escola de Alexandria (Inicio do III século), se valorizava a interpretação alegórica principalmente haurida da etimológica de nomes hebraica. Percebe-se claramente uma forte relação com a religião judaica e a filosofia grega. Entre seus representantes temos Clemente de Alexandria como também seu discípulo Orígenes ambos consideravam as Sagradas Escrituras como palavra inspirada por Deus, que em seu método, mesmo reconhecendo a importância do sentido literal dos escritos, buscava valorizar, sobretudo a interpretação espiritual (Alegórica), compartilhando da união corrente de que, regras especiais tinha que ser aplicadas na interpretação das mensagens divina.
         A escola de Antioquia (Final do III século), conhecida por uma leitura baseada, mas no sentido literal, tem Lúcio e Doroteu como prováveis fundadores que incentivaram os estudos das línguas originais das escrituras sagradas (hebraico e o grego), como também tiveram a iniciativa de redigir os comentários bíblicos. Com o objetivo de se determinar o sentido original da bíblia, desenvolveram uma exegese verdadeiramente cientifica. Como seus principais representantes, temos Teodoro de Mopsuéstia e João Crisóstomo que se diferem um pouco entre si seus pontos de vista. Teodoro era mais intelectualista e dogmático, um famoso crítico e interprete histórico-gramátical das sagradas escrituras, já o João era mais espiritualista e prático, mesmo sendo um grande exegeta foi um púlpito orador. Pelo o esplendor de sua eloquência foi popularmente conhecido como Crisóstomo (Boca de Ouro).
         A escola ocidental (Entre os séculos V e VI) surge de maneira que busca uma síntese, através de um tipo intermediário de exegese bíblica, acolhendo alguns elementos tanto da escola de Alexandria (alegórica) como também reconhecendo alguns princípios da escola de Antioquia (Literal). Tendo como diferencial o fato de promover algo que passou despercebido com o decorrer dos tempos, que foram à autoridade da tradição e da Igreja na interpretação das Sagradas Escrituras. Essa exegética teve como seus representantes, principalmente Hilária e Ambrósio e especialmente Jerônimo e Agostinho.
         São Jerônimo inicialmente trabalhava sua exegese na alegórica de Orígenes, mas com o decorrer do tempo viu a necessidade de uma exegese mais fiel as suas originalidades da língua mater, buscando o sentido literal, pois acreditava que esse método desvendava de forma mais profunda as escrituras. Escreveu vários comentários sobre diversos livros da bíblia, como também traduziu para o latim, sua maior obra foi a vulgata. Santo Agostinho que anteriormente era maniqueísta (Desvalorização do NT e uma ressalta antropomórfica absurda do AT), que através de uma exposição de santo Ambrosio em Milão Agostinho passa adotar uma sistemática alegórica, mas de uma forma bem peculiar (enfatizar considerações pelo sentido literal e de basear o alegórico sobre ele), apesar de seus conhecimentos sobre as línguas originais ser bem deficiente, sua originalidade e inteligência, o tornou uma das maiores referência teológica e filosófica dentro do Cristianismo de sua época como na atualidade também.

Pax!

sábado, 19 de julho de 2014

Reflexão Casual XXII


“Viver vai muito além do simples fato de existir. Devemos nos comprometer com os nossos semelhantes na contribuição pela busca constante de um mundo melhor. No exercício das virtudes, estimulando o potencial latente que há dentro de nós, é que lançaremos as sementes que nos eternizará, pelos frutos colhidos até os confins dos séculos.”

Paulinopax

sábado, 5 de julho de 2014

Exegese na Patrística

Exegese Patrística
        Paulo da Costa

          Nos primórdios do cristianismo, quando já não havia mais os testemunhos vivente dos apóstolos que conviveram com Jesus, se inicia a época subapostólica com os Padres da Igreja dando continuidade aos serviços missionário e pastoral dos apóstolos de anunciar o reino de Deus. Entre seus escritos, tinham-se as cartas direcionadas as devidas comunidades dando orientações, como também exortações ou motivações dependendo das problemáticas vividas nas comunidades, a prioridade era o anuncio, catequizando os novos cristãos na luz do senhor. Os padres apostólicos chegaram a ter um contato direto com os apóstolos e com eles tiveram conhecimentos diretos do Mestre que foram posteriormente anunciados de forma zelosa e literal, buscando ser fiel a tudo o que foi direcionado pelos apóstolos.
         Além das cartas as comunidades haviam também outros escritos de suma importância, estes escritos constitui um eco da pregação e doutrina dos apóstolos, entre eles estão: “DIDACHÉ” ou (Doutrina dos doze apóstolos); “Cartas aos Coríntios”; “Cartas de santo Inácio de Antioquia”; “Espístula de Barnabae”; “Pastor de Hermas”;” Carta de S. Policarpo”. Todavia esses escritos todos eles sempre tinha como referencia o antigo testamento, como sendo uma continuidade da economia da salvação que se cumpriu com a vinda do messias, e para os cristão seria a pessoa de Jesus. Cristo e os apóstolos são de origem judaica na qual tinha como sagrado o livro da Torah, que é palavra de Deus e relata a experiência junto ao povo hebreu. É a partir dela qual se dá continuidade o cristianismo, por isso a importância do elo entre ambos. Nesse objetivo os cristãos começaram a lê-lo em chave cristológica, reinterpretando a torah numa expectativa cristã, mediante o uso de interpretação alegórica do texto.
A partir do século II surgem novas concepções dos textos apócrifos, mas precisamente dos gnósticos, na qual muitos viam com indiferença o mundo material como também seu criador (Demiurgo) que segundo o gnosticismo seria o Deus do AT, contrapondo-se dessa forma o Deus Justo do Antigo Testamento com o Deus bom do Novo Testamento, surgindo então uma imensa escala de livros apócrifos considerado divinamente inspirado. A partir do meado do século II até aproximadamente a primeira metade do III, surgem uma reação antignóstica, em defesa do Antigo Testamento e das tradições apostólica e durante esse período a hermenêutica se desenvolveu ligada a três escolas de interpretação exegetas da sagrada escritura judaica: A Escola de Alexandria; Escola de Antioquia e a Escola Ocidental.
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Pax!