sábado, 4 de agosto de 2018

Reflexão Casual LXXII


“Ter opinião própria nos dias hoje se tornou ofensa para muitos ouvidos sensíveis as verdades e adormecidos nas ilusões embriagantes de suas mentes medíocres.”

Paulinopax

sábado, 21 de julho de 2018

Resenha: Sexo, Desvio e Danação VI


HOMOSSEXUAIS

Paulo da Costa Paiva


HOMOSSEXUAIS

            Sobre o homossexualismo, isso sempre houve desde os primórdio da humanidade e sua aceitação ou repreensão se devia cada local, costume e tempos especifico. O cristianismo se baseou nos costume do povo judeu que considerava abominação e sendo passível de pena de morte, assim como também o incesto, a bestialidade e o adultério. Outras culturas como a grega e romana, as pessoas nem se quer eram classificadas como heterossexuais ou de homossexuais, se tornando um costume mais aceitável e comum para essa população. O próprio Jesus nada fala sobre esse assunto, já o Apóstolo Paulo encara como uma rejeição dos valores morais por parte dos pagãos. Assim como desde aurora da humanidade já havia prostituição por parte das mulheres como os homens não foram diferente, coma permissão por parte do estado, o homem poderia se relacionar sexualmente tanto com mulheres, como também escravos, jovens e com homens em geral sem recriminação nenhuma por parte dos dirigentes como também da população, a única coisa realmente que era fundamental dentro da sociedade pagã, seria o caso manutenção e a caracterização já culturalmente definida socialmente como o masculino e o feminino. Com o advento do cristianismo, tudo mudou onde o homossexualismo se tornava tendências exclusivamente pervertida, comparando a homossexualidade com efeminação como também com os termos de pederastia, distorcendo toda as praticas do passado como nocivas e imorais sendo essa ideia repercutida por toda Europa medieval.

            Na idade média, não existia especificamente essa terminologia de "homossexual", existia sim que qualquer principio relacionado a sexo sem o objetivo de procriação, que era considerado violação da natureza, como o caso de fornicação, adultério, bestialidade e coisas de semelhantes  gravidade onde se encontra também a sodomia, que aos poucos se identificaria com o decorrer dos tempo com termo homossexualismo, desde do inicio do cristianismo já se combatia tais atos, se desenvolvendo por exemplo um código abrangente de ética sexual. Mas foi somente no período que o Império se tornou cristão que realmente se começou colocar em prática o regimento contra a imoralidade generalizada para os bons costumes éticos e moral, sempre temente a Deus. Antes esse atos eram bastante comum na sociedade ainda pagã, como por exemplo existia uma subcultura homoafetiva surgido nos burgos e cidades mas precisamente nas casas de banhos e barbearias  que tinha certas brincadeiras (atividades) sexual como caçar ou melhor dizendo paquerar outros do mesmo sexo, principalmente os que tinham traços afeminados conhecidos na época como "ganimedes".

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Paz e Bem!!

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sábado, 7 de julho de 2018

terça-feira, 19 de junho de 2018

Resenha: Sexo, Desvio e Danação V

PROSTITUTAS

Paulo da Costa Paiva



PROSTITUTAS

            A grande população da idade média vivia em situação nada agradável, somente o necessário para sobreviver, mas existiam pessoas em situações bem piores na total miséria, sem provisão nenhuma que estavam às margens da sociedade, esquecido pelos governantes e por Deus que se faziam presente nos grandes templos da pomposa Igreja Católica, as Jovens e meninas que viviam em total miséria eram assediadas e obrigadas a entrar nessa vida, obrigadas a se prostituir para poder viver. Em praticamente todas as cidades do ocidente tinham as tão conhecidas “Boas casas” ou a “casa da luz vermelha” que eram bastante visitadas por pessoas comuns como pessoas da alta sociedade, nobres e cleros (mesmo sendo proibido). Estava também presente nas ruas, praças, tabernas, casas de banhos e até nas Igrejas em busca de novas clientelas de todos os tipos de homens, principalmente homens jovens e solteiros que seriam seus melhores clientes. Na Europa medieval era bastante tolerável e flexível a atividade sexual masculina tanto a pré-marital como a extraconjugal, seria um mal necessário como se diziam na época e aceito por todas e até pela Igreja, pois era incentivado, pois muitos homens da época buscavam casar somente próximo dos seus 30 anos ou mais, e tinham necessidades sexuais, e precisavam aliviar seus impulsos de alguma forma, diante dessas situações qualquer “mulher de bem” da sociedade poderia se tornar uma presa fácil para os extintos animais do próprio homem e por isso era necessário esse serviço diferenciado por profissionais do sexo como se diria nos tempos atuais. Assim tudo ficaram bem (???) pelo menos para a nobreza e o clero, pois estariam evitando que as mulheres e jovens da sociedades fossem abusadas e estuprada, como também a abominação na época da sodomia (relações homoafetivas)que sempre existia mas era silenciada pois poderia ter altas punições tanto pelo estado como pela Igreja.

            Para o estado com o consentimento da Igreja, a prostituição seria um mal necessário, para o bem comum de toda a sociedade, pois seria mister criar lugares eficientes para as necessidades e satisfação sexual dos homens em geral sem ofender e corromper a decência e moral. Para isso realmente se constituísse de forma ordeira foi fundamental se colocar certa regulamentação e para isso algumas regras foram imposta: Como por exemplo as prostitutas deveriam vestir  roupas diferenciada das mulheres de bem da sociedade; as mulheres grávidas, assim como as casadas e freiras não poderia ser aceitas nos bordeis; Nos dias santos como também nas festas religiosas, jamais os bordeis poderiam funcionar. Com o decorrer do tempo os prostíbulos junto com as prostituas e cafetões eram removidos e as casas confiscada e por esses motivos foram se afastando das cidades até ficarem por fora dos muros, se fixando nas periferias nas tão conhecidas zonas da luz vermelha, muitos foram açoitados e suas roupas eram tomadas, dessa forma impossibilitados de exercer o árduo oficio. Cidade como a de Montpellier, inovou sobre as situações relacionada as situações dos prostíbulos que no ano de 1285  foi decidido designar uma rua exclusiva para esse serviço, sendo fixado no subúrbio e  popularmente conhecida como a " rua quente ", se tornando oficialmente as residências para as prostitutas. Cada vez mais as imposições por parte do estado foram se intensificando, como por exemplo, na cidade de Londres (1393), onde foi imposto o toque de recolhida, proibindo a circulações de homens ou de qual pessoa pelas ruas da cidade londrina logo após impecavelmente das nove da noite e os estrangeiro já a partir da oito da noite não ousasse sair de casa, sob ameaça de prisão. Outra local que chamou bastante atenção foi na França central como também na setentrional, onde tudo que era relacionado aos prostibulo e a prostituição em geral ficaram sobre o controle de um funcionário (municipal) especifico da cidade, sendo conhecido como o “rei dos libertinos".

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Paz e Bem!!

sábado, 2 de junho de 2018

Reflexão Casual LXX


“A única coisa que em cada um de nós possa realmente se assemelhar ou se aproximar de uma realidade transcendente, é a nossa própria consciência (desperta) e genialidade, o restante não passa de uma mera especulação."

Paulinopax

sábado, 19 de maio de 2018

Resenha: Sexo, Desvio e Danação IV

JUDEUS

Paulo da Costa Paiva


JUDEUS

            Os judeus até o inicio da idade média conviviam livremente com os cristãos, mas tinha alguns pontos que os faziam entra em conflito direto com os cristãos que seria o seu exclusivismo e o seu proselitismo, a partir do momento que o Cristianismo se torna religião oficial do Império Romano (Século IV) começaria sistematicamente as perseguições aos judeus, inicialmente com restrições e depois perseguições oficiais e declaradas, pois eles estavam intimamente ligados tanto a medicina como também à magia, duas praticas que durante o auge do histerismo religioso se tornaram praticas temíveis e muito suspeita, e essa combinação iria acarretar um verdadeiro antagonismo popular contra os Judeus por séculos, em uma dolorosa perseguição de ódio a um povo (etnia). Os primeiros documentos oficiais declarados contra judeus foram do Imperador Teodósio e posteriormente de Justiniano, excluindo-os de todas as funções políticas e militares, proibidos de casar com cristãos ou mesmo de pode possuir um escravo cristão. No de 538 durante o concilio de Orleans foi decretado a eliminação do proselitismo judaico e durantes séculos continuaram a perseguições ao ponto que no ano 1010 (Século IX) começaria rumores em todo ocidente que os sarracenos e os judeus tinham causado a destruição do Santo Sepulcro e de ter decapitado o patriarca de Jerusalém.

             Durantes séculos as perseguições se fortalecia, e cada vez mais ficavam sem direitos e dignidade o povo judeus ficando gradativamente as margens da sociedade, desse forma vendo que sua mobilidade estava cada vez mais restringida, se deslocavam mais intensamente as atividades comerciais para manter sua sobrevivência, de preferência em áreas de gueto.  Em certo momentos a Igreja oficialmente tinha uma posição de certa tolerância com os judeus, baseado  na teologia de santo Agostinho que acreditava que o povo Judeus deviam ser protegido, pois tinham uma papel de profunda importância no plano salvífico, pois sem os judeus não haveria a salvação na sua totalidade, buscando dessa forma incentivar a conversão de judeus para aderir ao cristianismo. Um dos últimos papado à buscar permanecer nessa ideia foi Inocêncio III mas seu pontificado assistiu a degradação marcada da posição dos judeus aos olhos do seu pontificado, havendo articulações com o objetivo de encontrar ou deturpar nos ensinamentos sagrados,  motivos suficiente para acusa-los de heréticos. Isso gradativamente foi alimentando o ódio e indiferença com o povo judeu durante século, um exemplo disso está presente na Bíblia vulgata, traduzido erroneamente (tendenciosamente?) o livro do Êxodo (34 vv. 29, 35):  ...de tal modo que “viam que a pele de seu rosto resplandecia”, tornou-se “sua cara tinha chifres”. Dessa forma mostravam realmente na perspectiva cristã, o povo judeu seria um inimigo interno como um fermento no meio da massa.

Continua...

Paz e Bem!!

sábado, 5 de maio de 2018

Reflexão Casual LXIX


“O ser humano só vive verdadeiramente no mundo quando desperta para a realidade plena que ele é ele mesmo, na sua finitude dos séculos, sem isso, vive-se apenas como um todo, numa consciência coletiva e compulsiva podendo se chegar ao ponto de morrer sem ter nascido."

Paulinopax