sábado, 6 de outubro de 2018

Reflexão Casual LXXIV


“Muitos que se dizem cristãos entram em total contradição com aquilo que eles mesmos dizem acreditar. A alienação (ignorância) leva ao fundamentalismo e ao idolatrismo tanto de imagem como ao idolatrismo do livro (Bíblia)... Por ai você ver que não adianta passar anos e anos rezando, esquentado o banco da igreja, se na hora que podem demonstrar misericórdia e o amor de Deus para com seu próximo age contrario como seres bestiais espelhando aos ditos demônios que tanto repugnam e tanto se assemelham!”

Paulinopax

sábado, 22 de setembro de 2018

" 'Eu te constitui como luz para os gentios..."

Paulo, o Apóstolo dos Gentios 

Paulo da Costa Paiva


       Paulo, que se auto-intitula apóstolo e que se faz servo do Senhor, mostrando sua seriedade e rigorosidade consigo mesmo e a missão, como também por todos aqueles que acolheram a boa nova, anunciada mostrando o zelo e amor profundo a Cristo e a sua ordem de evangelizar até os confins do mundo.  Por, mas que tenha direito não concebido, mas conquistado pela sua árdua doação ao ministério de Cristo junto aos judeus além fronteira de Israel como também e principalmente junto aos gentios não se beneficiou diretamente dos títulos (só quando necessário), mas preferiu a simplicidade do seu próprio sustento com seu oficio em cidades e cidades que visitava fundando uma nova comunidade, sendo fermento no meu povo se misturando e conhecendo suas realidade e necessidades, sendo um arauto de Cristo dialogava a partir dos contexto apresentado nas cidade que visitava como um autentico missionário e diplomata do reino de Deus, e por sua inteligência e esforços e principalmente guiado pelo santo Espírito a semente, de Cristo brotava em cidade em cidade sendo para Paulo o prêmio como graça divina por sua fiel servidão ao Senhor Jesus Cristo.
                Paulo é uma pessoa bastante aberta e muito sincera sobre o que sente e vê, mostrando-se realmente como é, sem mascaras ou formalidade, em seus escrito mostra claramente sua espontaneidade tanto nas suas alegrias como na suas dores e aflições, mostrando também a sua entrega tanta na missão como para a comunidade revelando seu profundo amor por cada um, sendo uma verdadeira família em Cristo onde ele busca cuida de forma muito zelosa (rígida) todos os conflitos como uma pai junto aos seus filhos. Sofre junto com os seus e alegra-se também, onde nas cartas, Paulo consegue apresentar os seus mais sinceros sentimento, abrindo sua alma a todos os seus, desejando que todos se salvassem verdadeiramente. Aparentemente em alguns momentos possa parecer arrogante e prepotente, mas quando se vê no desenrolar de seus escritos percebe-se uma pessoa de personalidade forte e com o temperamento muito aflorado, mas uma profunda autenticidade que somente alguém com muita humildade revelaria tão escancaradamente sua real face com suas virtudes e miséria.
                O zelo que Paulo tem a sua missão e pelas as comunidades, revela a profunda experiência que teve com Cristo, e que isso não seria algo nada comparável com tudo que tenha vivido antes, mostra que foi real e concreto de uma grande complexidade que mexeu e remexeu com todo o seu ser, de suas entranhas até os mais obscuros de sua alma. Paulo realmente se consumiu pela missão e chegou aos grandes mistérios divinos, pela graça e misericórdia de Deus por isso fala com toda autoridade em nome de quem ele veio e porque se autoproclama apóstolo, pois foi uma experiência concreta e transformadora para si e para história da humanidade (ocidente). Paulo envolvido e consumido pela a missão e pela salvação dos seus nas comunidades sempre estava por dentro de todos os contratempos (conflitos e perversões), e se via na luz do santo espírito e como culto que era iluminá-los com orientações e exortações para a sua edificação e pela a unidade da comunidade e da Igreja em si, suas cartas eram praticamente quase todas pastorais por mesmo ausente se fazia presente por suas palavras e pelo testemunho dado, buscava sempre informações das comunidades pelo qual fundou e sempre vivo os acompanhou, preso ou missão, sã ou doente, mas sempre presente. Paulo de perseguidor fariseus altamente zeloso e consumido pela Lei, após o encontro com o ressuscitado, se torna apostolo (abortivo) de Cristo sendo agora perseguido, maltratado em nome de Jesus, mas resistindo a tudo e a todo para anunciar o reino de Deus, Jesus Cristo até as ultimas conseqüências até os confins do mundo.

Paz e Bem!!

sábado, 1 de setembro de 2018

sábado, 18 de agosto de 2018

Resenha: Sexo, Desvio e Danação VII - Conclusão

LEPROSOS

Paulo da Costa Paiva, OFS


LEPROSOS

            Na história da humanidade entre variados povos desde os seus primórdios não existiu uma doença que supere a temor generalizado como a lepra causou, muitos considerava maldições, castigos divino ou algo semelhantes. Na Idade Média, por exemplo, acreditava-se que a doença era transmitida sexualmente por uma mulher que pratica-se sexo no seu período menstrual, contagiando como forma de castigo pelo o pecado sexual cometido. Nessa época a lepra foi se alastrando por toda Europa medieval atingindo inicialmente somente os mais pobres e miseráveis e consequentemente os nobres e o clero. Na época muitos consideravam essa praga como castigo divino e muitos mitos surgiram relacionada a doença, porém no ano 1873 foi descoberto que a lepra seria uma doença infecciosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae e foi descoberto pelo  o médico Gerhard Armauer Hansen.

            Apesar de hoje ser uma doença curável a partir de tratamentos medicamentoso, na Idade média era uma verdadeira praga incurável, quem era molestado pela lepra estava praticamente condenada a morte, pois os médicos medievais não sabiam concretamente sobre doença consequentemente pouco se poderia fazer. A lepra que também era conhecida como " febre pútrida" pouco se tinham de informação na literatura médica da época, se recorrendo ao trabalho dos grandes médicos árabes que estes  também tinham bebido dos conhecimentos  grego, mas que na prática pouco se podia fazer aos agravados pela peste. A melhor forma que se poderia combater a doença dentro de um contexto medieval era a prevenção e isolamento, pois em sua maioria não se tinha uma boa higienização, o povo se alimentava muito mal, não tinham saneamento básico e extrapolava na ignorância. No caso de alguém suspeito por estar com algum sinal de problema de pele, já seria uma alerta para o risco de lepra, o procedimento inicial seria uma denuncia formal (geralmente por pessoas próximas), depois uma investigação minuciosa por parte do estado e que antes estava sobre os cuidados da Igreja.

            Para se identificar um leproso no período medieval não era nada difícil, pois de longe você poderia os identificar primeiramente por suas vestes que eram diferenciadas como também que eram a utilização de guizo, sinos sobre suas vestes, que ou mesmo andar-se com uma trompa avisando a todos que estava chegando e pudessem se afastar de si, outros cuidados também eram fundamentais como a proibição de tocar nos suprimentos de comidas, nem mesmo poderiam tirar água dos poços, pois haviam muito risco de poder contaminar tantos os alimentos como à água. Por muitos tempos os leprosos viviam as margens da sociedade, realmente fora das cidades esperando pela boa vontade de algumas pessoas de bom coração para poder lhe assistir de alguma forma, mesmo precária somente para sobrevivência com alimentos e roupas basicamente, e com o decorrer dos séculos já no período cristão foram surgindo os tão chamados popularmente de leprosários (casas ou hospitais especificamente para o cuidado dos leprosos), normalmente essas casas eram dedicadas a São Lázaro que tradicionalmente seria o que Jesus tinha ressuscitado dos mortos (Evangelho de João), mas ouve uma pequena confusão, havendo uma ligação errônea entre o Lázaro histórico com o personagem também chamado Lázaro de uma parábola contada no Evangelho de Lucas (Parábola do Lázaro e o Rico)que esse sim, era mendigo e leproso, Por esse motivos muitos desses hospitais eram chamadas de lazaretos.

ARGUMENTAÇÃO

Nessa obra o autor busca nos apresentar de forma mais precisa possível além do contexto do cotidiano da sociedade medieval em todas as suas esferas, algo muito além, que transcende ao dados histórico. Mostrando como a Igreja influenciou e deixou influenciar-se diante das problemáticas e dos desafios imposto no seu tempo, se adequando a uma cristandade que teve que superar milênios de paganismo onde muitas da vezes as soluções não era das mais recomendáveis, sendo quase sempre fundamentada e concretizada por questões ambígua e precipitada numa ambiente predominante de pura ignorância e crendices, e consequentemente de preconceitos e oportunismo, atingindo diretamente os mais vulneráveis da sociedade.

ANÁLISE

Diante de tudo que é abordado pelo autor, observo que a sociedade medieval vivia o grande temor divino (condenação eterna) causado principalmente pela sua total falta de conhecimento de forma generalizada, e consequentemente eram arrastados pelas crendices populares por serem mal instruídas, outras vezes chegando a serem utilizadas como ferramentas de manipulação pela própria Igreja da época, como também pelo Estado, acarretando uma sociedade preconceituosa, mergulhada numa religiosidade cheia de fantasmas, criadas por seus próprios lideres e dirigentes. Apesar  de buscarem  da melhor forma possível regrar a população em geral, a Igreja  de forma inapropriada e precipitada diante de um paganismo desregrado e das pragas existente, foi  equivocada, fazendo a leitura de seu tempo como se todo mal que existia na sociedade fosse uma extensão da infidelidade do povo,  suas ações   atingiam principalmente os que estavam as margem da sociedade, levando a todos a um  histerismo generalizado  causando uma verdadeira calamidade social.

Paz e Bem!!

sábado, 4 de agosto de 2018

Reflexão Casual LXXII


“Ter opinião própria nos dias hoje se tornou ofensa para muitos ouvidos sensíveis as verdades e adormecidos nas ilusões embriagantes de suas mentes medíocres.”

Paulinopax

sábado, 21 de julho de 2018

Resenha: Sexo, Desvio e Danação VI


HOMOSSEXUAIS

Paulo da Costa Paiva


HOMOSSEXUAIS

            Sobre o homossexualismo, isso sempre houve desde os primórdio da humanidade e sua aceitação ou repreensão se devia cada local, costume e tempos especifico. O cristianismo se baseou nos costume do povo judeu que considerava abominação e sendo passível de pena de morte, assim como também o incesto, a bestialidade e o adultério. Outras culturas como a grega e romana, as pessoas nem se quer eram classificadas como heterossexuais ou de homossexuais, se tornando um costume mais aceitável e comum para essa população. O próprio Jesus nada fala sobre esse assunto, já o Apóstolo Paulo encara como uma rejeição dos valores morais por parte dos pagãos. Assim como desde aurora da humanidade já havia prostituição por parte das mulheres como os homens não foram diferente, coma permissão por parte do estado, o homem poderia se relacionar sexualmente tanto com mulheres, como também escravos, jovens e com homens em geral sem recriminação nenhuma por parte dos dirigentes como também da população, a única coisa realmente que era fundamental dentro da sociedade pagã, seria o caso manutenção e a caracterização já culturalmente definida socialmente como o masculino e o feminino. Com o advento do cristianismo, tudo mudou onde o homossexualismo se tornava tendências exclusivamente pervertida, comparando a homossexualidade com efeminação como também com os termos de pederastia, distorcendo toda as praticas do passado como nocivas e imorais sendo essa ideia repercutida por toda Europa medieval.

            Na idade média, não existia especificamente essa terminologia de "homossexual", existia sim que qualquer principio relacionado a sexo sem o objetivo de procriação, que era considerado violação da natureza, como o caso de fornicação, adultério, bestialidade e coisas de semelhantes  gravidade onde se encontra também a sodomia, que aos poucos se identificaria com o decorrer dos tempo com termo homossexualismo, desde do inicio do cristianismo já se combatia tais atos, se desenvolvendo por exemplo um código abrangente de ética sexual. Mas foi somente no período que o Império se tornou cristão que realmente se começou colocar em prática o regimento contra a imoralidade generalizada para os bons costumes éticos e moral, sempre temente a Deus. Antes esse atos eram bastante comum na sociedade ainda pagã, como por exemplo existia uma subcultura homoafetiva surgido nos burgos e cidades mas precisamente nas casas de banhos e barbearias  que tinha certas brincadeiras (atividades) sexual como caçar ou melhor dizendo paquerar outros do mesmo sexo, principalmente os que tinham traços afeminados conhecidos na época como "ganimedes".

Continua...

Paz e Bem!!

a

sábado, 7 de julho de 2018