sábado, 18 de março de 2017

Reflexão Casual LIV


“Por mais aparente que seja não ter sentido a vida, devemos procurá-la ou ao menos lhe dar certo sentido, se não seremos arrastados pela profunda melancolia ou devorados pelos delírios da loucura.”

Paulinopax

sábado, 4 de março de 2017

Amar e viver como Cristo nos ensinou...

Antropologia Teológica - Final

Paulo da Costa Paiva, OFS


            Essas três dimensões não se pode se igualada ao mesmo patamar, pois as duas primeiras são de ordem positiva referindo a sua constituição do próprio homem na sua relação com Deus no plano de salvação, já a terceira dimensão que é de ordem negativa, é também um fator histórico que não deveria existir que desfigura e destrói a própria dignidade humana. Jamais se pode deixar de lado esse ponto, pois nos revela a realidade que pertence a nossa própria condição humana que seria incompleta na relação com Deus. Porque experimentamos da graça divina sendo objeto do seu amor que são fundamental para o perdão e acolhimento  do pecador manifestado pelo seu filho Jesus que é justificado pela sua misericórdia. (14,4)

            Deve se deixar claro que as três dimensões na relação para com Deus, não se dá no  sentido cronológico que se deve superar cada etapa no exito pessoal na história da salvação,  ou muito menos que se refira a três homens mas somente a um só que é cada um de nós na nossa individualidade. É inquestionável a nossa condição de criatura, pois deixar de ser criatura seriamos resumido ao nada, mas no que se refere a alta complexidade da relação do perdão e graça tanto na "história salutis" como na vida pessoal de cada cristão (15,1), no revela que  Cristo ao morrer e ressuscitar ao terceiro dia, venceu o pecado e a morte e fomos redimidos pelo seu infinito amor e inserido no batismo por intermédio seu  se tornando um fator determinante na história pessoal de cada cristão. Essa ação foi atemporal independente de qual período histórico Ele tenha manisfestado a verdade revelada, toda humanidade antes e depois do acontecimento históricos foram agraciados pelo seu infinito amor.

            Não podemos dizer que o pecado foi eliminado totalmente da face da terra após a pascoa ou radicalmente do coração de cada batizado, pois é na peleja diária que nos  revela o contrario. O pecado continua no mundo e no homem persistindo como um sinal, com suas consequências e interrogações sobre o seu fim último, mas sem jamais ignorar a esperança na contemplação dessas três dimensões  que definem a relação entre o homem e Deus, unidos diante de toda as diversidade históricas.  Por isso um conhecimento sobre o homem no ponto de vista de sua relação com Deus se constitui como o objeto fundamental da Antropologia Teológica (15,2) apresentando sua condição, agindo e vivendo  no mundo e na história, nos mostrando que a reflexão sobre a criação independente em que contexto se encontre sempre mostra sua intima relação com a própria antropologia como nos mostra os primeiros capítulos de Gênesis. Outros pontos importante, é a existência da fé cristã assim como a esperança e a caridade que são integrante dessa própria antropologia teológica como também cristologia e eclesiologia junto a escatologia, mostrando o fim único do homem e de todo projeto de Deus, apresentando o estado de plenitude da humanidade agraciada por Deus (16,2).


Pax!

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Reflexão Casual LIII


“Como experimentar os Céus se procuras o inferno? Reveja suas metas, e principalmente as suas atitudes, pois isso mostrará os caminhos que te levaram á insensatez de suas conseqüências.”

Paulinopax

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Deus amou tanto a humanidade que mandou seu Filho ao mundo

Antropologia Teológica II

Paulo da Costa Paiva, OFS


            A relação com Deus, se torna possível por intermédio de Cristo e isso acontece  sistematicamente, possibilitando ter uma visão panorâmica da vivência concreta do amor do Pai, onde o homem possa ter por intermédio da fé uma visão de si, na sua própria essência, sendo fundamental identificar as referências dessa relação com Deus, que podemos destacar em três dimensões. Primeiramente que Deus amou tanto a humanidade que mandou seu Filho ao mundo , e por intermédio de Jesus que nos revela o homem em sua essência, na vocação definitiva e ultima do homem onde tudo é graça divina em favor da humanidade, que pelo seu santo espirito se torna viável revelando seu mistério e infinito amor a cada um de nós.

            Outro ponto importante é que somos chamados por Deus uno e trino a uma comunhão por toda eternidade , e isso torna possível pela graça divina e pela liberdade que dá cada um de nós que primeiro nos amou cabendo a nós a responder  (ou não) a vida em plenitude. Mas é de fundamental importância compreendermos que não somos seres sem consistência própria, pois se fossemos não tinha sentido sua a realização plena em cada um de nós por intermédio de seu chamado. Devemos ter consciência de nossa condição de criaturas que somos, criaturas essas que são únicos para Deus, sendo a condição de criatura fundamental no qual fomos formado a sua imagem e semelhança que se torna latente por nossas limitações e por intermédio de Cristo nos tornamos homens na sua total plenitude,  no seu fim ultimo que caminha para Ele em perfeita comunhão.

            Não se deve esquecer da condição humana em que se encontra, sobre a o signo do pecado que vem desde inicio da humanidade conhecida como "pecado original". Deus desde do inicio da Criação tinha o homem como sua maior criação, que nos criou por amor , o amor de Pai para filho que por infidelidade não lhe deste a acolhida adequada, somente indiferença e rejeição por parte da humanidade.  O homem é chamado a viver em sociedade independente em que situação das três dimensões seja apresentada em sua relação com Deus, pois não se pode considerá-lo isoladamente ou em sua relação ao outro. Pois em sociedade o homem como criatura predileta de Deus mesmo em situação de pecado demonstra solidariedade mútua no exercício do perdão e do amor ao próximo sendo igreja no dia a dia na convivência de irmãos na graça e do amor de Deus para com todos.

Continua...


Pax!

sábado, 21 de janeiro de 2017

A revelação dada por Deus em Cristo a humanidade

Antropologia Teológica

Paulo da Costa Paiva, OFS


            A antropologia como um assunto que tem como objeto de estudo o próprio homem , mas tendo o homem como material de estudo, mostra também a sua alta complexidade em suas diversas dimensões, realidades e pontos de vistas a ser analisada. É a partir de um  ponto de vista especifico  que se desenvolve esse texto, numa dimensão teológica, e falando da teologia nos aponta  ao estudo relacionado a Deus," tratando do que o homem é em sua relação com Deus Uno e Trino revelado em Cristo " (11, 1).  Mas para se chegar ao objetivo  sobre o material de estudo que é o próprio homem é fundamental uma metodologia para se obter o resultado desejável a partir da revelação anunciada por Cristo Jesus, e quando se fala em revelação ´divina, nos mostra que é Deus que se dá a conhecer (11, 2), se torna acessivo a humanidade por intermédio do seu próprio Filho Jesus.

            A revelação dada por Deus em Cristo a humanidade não nos torna somente destinatário mas o próprio objeto da verdade revelada, pois ao acolher a boa nova e vivência-la o homem descobre a sua verdadeira vocação. ao experimentar o amor por excelência e ter acesso ao mistério do Pai que até antes era velada e por  intermédio de seu filhou se tornou luz para mundo,  e através de sua missão e pelo seu testemunho  se torna para nós modelo de vida em perfeição na comunhão com Deus, mostrado-nos as consequências ultimas que poderemos chegar descobrindo como é o homem na própria essência , verdade essa que se torna salvação, por está em comunhão com Pai  tornando-nos também objeto da revelação, sendo nós luz de Cristo, vivenciando esse amor e mistério divino se tornando possível uma visão panorâmica e original do próprio homem que só é  acessível na fé, tornando-nos o objeto de estudo na antropologia denominada teológica.

            O homem para se ter compreensão ultima e mais profunda de si mesmo, de quem é ele na sua essência, deve ter a consciência que é de fato o objeto privilegiado do amor de Deus (12,2), como seres amados e criado exclusivamente para estarmos junto a Ele . Isso só é possível numa relação entre o homem e Deus de forma unica e singular na mas profunda e perfeita comunhão. Deus nos criastes livres e responsáveis pelos nosso próprios atos podendo dessa forma buscar conhecimento sobre si que o leva ao fim único da suma sabedoria que torna acessível através da verdade revelada que se manifesta por seu Filho Jesus que só torna  acessivo pela fé mas não sendo a única fonte de conhecimento sobre homem, todo conhecimento acessível e vivenciado pelo homem como dados proveniente da própria filosofia como também das ciência humanas são ferramentas que nos leva ao conhecimento pleno que leva ao sumo Bem.

Continua...


Pax!


* «Orans – Pintura sobre reboco do século III nas Catacumbas Romanas. Representa uma mulher com os braços levantados em súplica e oração num cenário que sugere o paraíso. Sob a pintura, os loculi, ou sepulturas escavadas na rocha»

sábado, 7 de janeiro de 2017

Reflexão Casual LII


“Será que está sendo você mesmo ou se tornou um efêmero personagem em uma vida de ilusões? Interpretando a grande mentira da sua vida, onde sequer, é o próprio protagonista, não passando de um mero figurante no seu palco onde outros te dirigem, arrastando-te e conduzindo-te segundo seus próprios interesses e caprichos.”

Paulinopax

sábado, 17 de dezembro de 2016

No seio da terra

Além do Sensível
 Paulo da Costa Paiva, OFS
“Uma geração perversa e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas. De fato, assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noites no seio da terra..." (Mt 12, 39-41)

         Assim como hoje  os escribas e fariseus da época de Jesus, se questionavam e buscavam sinais concreto de sua falácia que arrastavam multidões, modificando radicalmente a vida de muitos que acolhiam na fé suas palavras. Se percebia que aqueles que se tornavam adeptos do Nazareno, uma vida renovada  e que a cada passo que se dava na radicalidade do ideal  de Cristo, se transformavam como água em vinho, a vida de muitos que buscavam nascer outra vez , mas agora no Santo Espirito. Claro que as bonanças vieram com o tempo, no meio de tribulações e muita perseguições, através  do Paráclito prometido e manifestado para todos aqueles que aderiram a boa nova e o declaravam como o Senhor de suas vidas. Não existe problema em questionar, e parece ser  um gesto louvável por parte dos Escribas e Fariseus, como foi também de Tomé ao duvidar da manifestação de Jesus ressuscitado aos outros discípulos. O problema está quando se limita  (finito) somente  para realidade que se ver e se sente, pois Cristo (o verbo de Deus) veio ao mundo anunciar a boa nova que é algo concreto sim, mas vai muito além, pois se torna transcendente por seu intermédio que se faz presente em nós (templo do Senhor), mas só é possível ter noção através da experiência com o ressuscitado, renascendo com Cristo para a vida nova, e ao tornar-se um novo cristo (cristão), é que se compreenderá que não existe limites quando está em unidade (sintonia) com Deus.
         Buscar compreender o infinito na finitude da vida, se tornar algo meramente especulativo pois vai além da nossa compreensão querer limitar o próprio Deus, mas é possível vivência-lo , na dinâmica da vida ao se entregar nos exercícios das verdades revelada, através da experiência com o Cristo que se faz presente em nós. Por intermédio do deserto (silêncio)  se desfazendo de toda roupagem e mascaras (morte) mostrando como se é realmente, se tornar possível, o grande encontro onde se revela plenamente(Vida nova) e onde as duvidas encontram um norte, uma luz (Cristo) para viver as verdades existências , pois é necessário assim como Jonas e o próprio Jesus nos ensinou, a morrer (ventre do peixe, Seio da Terra) o homem velho que há em nós para renascer o homem novo (Cristo). Não podemos viver na arrogância e na prepotência, de que se sabe de tudo e  que se domina todas as verdades universal, como também vivendo no contrario na  mediocridade de uma vida fútil e inócuo, que se acomoda na ignorância, deixando que outros pensem (ideologia) e defina o destino fugaz aceitando tudo como tolas ovelhas guiadas pelo falso pastor, que dá verdades(falsas) prontas e acabadas (sinais - fabulas) como se fosse revelação divina, definitiva e dogmática. Quando alguém pede um sinal está subestimando, ou não se tem o costume por si próprio  de questionar e chegar a uma conclusão, por isso se acostuma que outros pensem por ele e lhe apresentem as verdades existências, mesmo que sejam mentirosa e tendenciosa.
         Devemos sair do comodismo, para realmente buscar o real e existencial de nossas vidas, pois assim como a rainha do Sul, que veio de terras distante para ouvir as sabedoria do rei Salomão, devemos nos esforçar em ir atras do verdadeiro sinal que não se limita ao sensorial, mas convida a vivencia-lo para comungar das verdades existencial. É fundamental o exercício de interiorização, quando se convida a rezar (orar), como também ir ao deserto o objetivo é se encontrar consigo mesmo nas miséria e limitações humana, pois somente na humildade de quem veio do pó e do pó voltará, é que se poderá encontrar  o templo do Senhor que se faz presente em nós. Estando em comunhão com Cristo, vivenciando esse  encontro único e verdadeiro que continuará posteriormente a partir do próprio esforço e fidelidade ao seu Senhor, é que irar se manifestar as curas, que vai restaurar  e capacitar(unção), tornando um novo cristo (discípulo), que nunca mais será o mesmo, pois quem experimenta sair do tumulo das ilusões para verdades eternas, vivência já aqui mesmo o reino dos céus.

Paz e Bem!

sábado, 3 de dezembro de 2016

Reflexão Casual LI


“Muitos querem se assemelhar a Cristo, mas somente na glória e jamais na cruz. Não querem jamais carregar o peso de suas cruzes (missão e salvação) e de seus flagelos (pecado), Querem somente o gozo da glória e com palavras vazias (Oração sem trabalho) o direito de serem glorificados ao julgar e condenar seu próximo!”

Paulinopax

sábado, 19 de novembro de 2016

O homem como o sujeito de sua própria história...

Homem, Imagem e semelhança de Deus
           Paulo da Costa Paiva, OFS

         O homem como o sujeito de sua própria história, interagindo com o mundo em suas diversas épocas, em inúmeras regiões e contextos deixou sua contribuição no decorrer dos séculos com um legado que nem sempre é positivo, mas que nunca se omitiu em deixar a sua marca (característica) na história. O homem que desde os primórdios se mostra inquieto no que se refere aos mistérios inalcançáveis de Deus necessita-se da fé para aceitar e buscar algo além de sua compreensão, buscando articular um contato, uma relação próxima com essas divindades. Nesse processo histórico se observa as variadas formas de manifestações na relação humana com o divino, sempre tendo como ponto de partida a  experiência do homem com Deus. O Homem em sua totalidade como o centro (sujeito) de estudo cientifico no processo histórico, acredita-se que deu seus primeiro passos durante a Revolução iluminista (Séc. XVIII) como também segundo algumas correntes pode ter sido desenvolvido bem antes, por séculos que remotos na Antiguidade Clássica. No contexto religioso, mas precisamente no cristianismo não se existia um documento especifico de forma relevante sobre o homem em sua totalidade, apesar de existir em praticamente todos escritos da literatura e do magistério cristã referências ao homem. No concílio Vaticano II mas precisamente na constituição pastoral Gaudium et spes é apresentada uma síntese da atual  sociedade de grande valor antropológico, tendo como o essencial a consideração do homem em sua unidade como também a sua totalidade em suas diversas dimensões, que tem como objetivo iluminar a humanidade diante das problemáticas contemporâneas e existenciais que atormenta e muitas das vezes à deixa sem norte.
            A Constituição Gaudium et spes se inicia falando das verdades fundamentais do homem desde sua criação, passando pela infidelidade da desobediência que o levou a pecar, mostrando a imaturidade diante da liberdade concebida por Deus e as conseqüência de suas escolhas. Apresenta também,  o homem em sua totalidade constituída (Corpo e alma), com a sua dignidade, inteligência e princípios morais. Mostrando sua relação com Deus, sua vocação ao dialogar  e colocar seus questionamentos diante de uma sociedade que se afasta cada vez mais do transcendente, problematizando uma ateísmo crescente na contemporaneidade, e diante disso como a Igreja responde essa situação iluminando a partir do próprio evangelho ao destino ultimo do homem. Na dimensão antropológica a maior contribuição que a Gaudium et spes nos apresenta como importante e original, é o modelo por excelência de homem apresentado por Cristo que sendo Deus(verbo - Filho) ao encarnar, se manifesta o mistério inesgotável do amor de Deus(Pai)por toda humanidade. Apresenta a vocação de cada um de nós de sermos assim como seu Filho novos cristos, pois assim como Ele (Deus) se fez humano quis nos mostrar que a humanidade pode também ser divina (Imagem e semelhança). Como o novo Adão supera toda a realidade do homem velho (Adão) preso as sua misérias (pecados) que ameaçavam totalmente sua dignidade original de filhos de Deus, a partir de seu testemunho como homem se manifestava sua atitude divina que libertava e renova-va a esperança e a dignidade de todos que acolhia suas palavras (semente do reino de Deus) em seus corações
        Não se deve imaginar que Gaudium et spes se limita somente numa dimensão teológica pois vai muito além , tendo a partir dessa afirmação o principio  que fundamentalizará a antropologia teológica, que revela por intermédio de Cristo a novidade que é a boa nova para toda humanidade, onde a nossa dignidade foi restaurada por intermédio de seu filho que manifesta o Pai por seu infinito amor , redimindo-nos no madeiro da cruz como consequência ultima de sua obediência ao sumo bem. Somente na luz dos evangelhos tendo por modelo a pessoa de Cristo é que viveremos a vocação humana em plenitude, mostrando que é através da nossa própria humanidade assim como fez Jesus, que poderemos manifestar a perfeição divina que há em nós, mesmo de uma forma utópico por nossas limitações, Cristo nos mostra que não é tão distante e nem impossível se assemelharmos a sua Pessoa, nos apresentando dessa forma que o mistério do homem se esclarece no mistério do verbo encarnado. Não se pode confirma com precisão que os documentos teológicos referente ao homem antes do concílio e desenvolvido na Gaudium et spes estejam pronto e definidos, isso seria incoerente pois permanece ainda um grande abismo na sua formação, que assim como homem é um ser sempre em desenvolvimento inesgotável, pois é uma ser inacabável assim se tornar também para teologia como para antropologia. Mas o concílio aponta o caminho a seguir para solidificação da antropologia teológica que tem como sujeito e referencia primordial o homem Jesus que manifestou na sua própria humanidade a sua divindade.


Paz e Bem!

sábado, 5 de novembro de 2016

Reflexão Casual L


“A paz ou o inferno, constantes que insistem em permanecer em sua vida, sempre dependerá exclusivamente de suas atitudes.”

Paulinopax